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LULI OSWALD – In memoriam

BIOGRAFIA ESPECIAL

LULI OSWALD – 
In memoriam
Por Mário N. Rangel

Luli Oswald é o nome artístico da pianista de renome internacional e abduzida Margarida Henriqueta Marquesini que enquanto casada se chamou Margarida Henriqueta Marquesini Teixeira de Freitas. Aos dois anos e meio de idade começou a tocar piano e aos três já tocava bem. Teve 7 filhos e faleceu de infarto agudo do miocárdio em Saquarema/RJ em 2 de janeiro de 2005. Consta nas páginas 222 e 223 do livro “Rubinstein – A life”, de Harvey Sacs, que foi filha do romance proibido do famoso pianista plebeu judeu polonês Arthur Rubinstein (1887-1982) com a nobre italiana Paola Medici (loira?), princesa de Viggiano, e que foi entregue recém nascida provavelmente em 1924 ao amigo do pai, o maestro e compositor brasileiro Henrique Oswald (1852-1931), biografado nas principais enciclopédias brasileiras, o que não ocorreu até agora em relação à Luli. Museus da Imagem e do Som e o Arquivo Público do Estado de São Paulo também não têm documentação sobre ela. Espera-se que a Wikipédia brevemente a biografe. Luli foi criada por Edoardo Marchesini e sua mulher Maria Oswald Marchesini (Mimma), filha do compositor, que estão na árvore genealógica parcial da família emwww.oswald.com.br, onde Luli não consta.

Luli estudou piano no Brasil, França, Inglaterra, Hungria, Polônia e Estados Unidos e foi aluna, entre outros, de seu pai Arthur Rubinstein e Madalena Tagliaferro. Foi jurada de concursos de piano várias vezes no Brasil e Japão. Foi solista de piano e tocou em concertos com orquestras de 1960 a 1994 no Brasil, Argentina, EUA, Hungria, Ilhas Canárias, Alemanha e México. Após o assassinato do presidente Kennedy adotou nos EUA o nome artístico de Luli de Freitas, já que o sobrenome Oswald passou a ser antipatizado por causa de Lee Oswald, acusado pelo crime. Assim se apresentou, por exemplo, em 13/4/1966, na Universidade do Texas. Em 1991 tocou no Brasil o Concerto de Mozart para 3 Pianos, ao lado de Nelson Freire, 1º piano, e André Carrara, 3º piano. Quem quiser por e-mail o extenso curriculo completo e cópia da certidão de óbito pode pedir paramario.rangel@terra.com.br.

LULI E A UFOLOGIA

Em 15 de outubro de 1979 um universitário amigo da família precisou ir do Rio de Janeiro a Saquarema (92 quilômetros) à noite buscar documentos que havia esquecido na casa de filha da Luli e ela, que tinha 54 anos, aproveitou para ir junto. Estranhamente ele errou a estrada e foi por uma de terra. No caminho viram osnis/ovnis saindo do mar. Ficaram pouco tempo em Saquarema e, na volta, FX (ou FG) que aparece com idades de 18 a 25 anos em diferentes textos, errou novamente o caminho e voltaram a aparecer os objetos voadores quando estavam perto de Ponta Negra, provocando efeitos raros no carro. Quando Luli e FX pararam para tomar um café, constataram que estavam com amnésia (missing time) de cerca de 2 horas. Em 9 de janeiro de 1980 Luli foi hipnotizada em Niteroi pelo professor de medicina Dr. Sílvio (Pereira do) Lago (1909-1998), um dos primeiros hipnólogos em ufologia do Brasil e do mundo, com a presença da ufóloga e autora Irene Masloum Granchi (n.1913) e do Ufólogo Brasileiro Honorário, jornalista e autor dos EUA Bob Pratt. Retirado o “missing time” se revelou uma dupla abdução. Luli e FX foram levados com o carro para dentro de uma enorme nave mãe e examinados a bordo por seres parecidos a ratos, com pés como os de patos, com pele entre os dedos. O nome do FX foi revelado por http://www.waterufo.net/item.php?id=275

Metade dessa história foi contada por Irene Granchi na revista OVNI Documento nº 8 e complementada na revista Planeta 98, de novembro de 1980 com 5 páginas A4 ilustradas. O falecido Bob Pratt publicou o caso em seu site e em http://www.mufon.com/bob_pratt/luli.html , com ilustrações e a transcrição da hipnose. O caso foi também publicado, com foto, em “Não Existem Discos Voadores”, 1986, de Max Sussol. Anos depois Luli, durante uma palestra sobre ufologia, se assustou muito ao ver projeção de desenhos representando os seres que a abduziram, pois ficou com Transtorno do Estresse Pós Traumático (ver http://www.terra.com.br/istoegente/203/saude/). Há um depoimento de Luli Oswald a Irene Granchi sobre sua abdução ao final do áudio: http://www.youtube.com/watch?v=ihQRjhSX0qc

Como os osnis/ovnis sairam do mar e voaram muito perto dos Aeroportos do Galeão e Santos Dumont e de bases da Marinha, devem ter sido registrados pelos radares. Como essas abduções completarão 30 anos em 2009, é de se esperar que o governo confirme a invasão de nossos espaços aéreo e marítimo naquele local, data e hora, como manda a lei 11.111/2005, cujo cumprimento é de responsabilidade da CAAIS – Comissão para Averiguação e Análise de Informações Sigilosas, coordenada pela Casa Civil com a participação dos Ministros da Defesa, Justiça, Relações Exteriores, Segurança Institucional, o advogado geral da União e o secretário especial dos Direitos Humanos. Qualquer cidadão pode requerer liberação de informações.

Vários países já revelaram a autenticidade dos ovnis, como a França, Itália, Reino Unido, Dinamarca e Canadá, e colocaram documentação e informações pormenorizadas na Internet. Vários outros já revelaram ocorrências ufológicas, como o Irã, Perú, Chile, Uruguai, México, Bélgica. A presença frequente de ovnis pilotados na Terra já não é segredo militar internacional. O Brasil “deu um jeitinho”, fez um “faz de conta”, e revelou pouquíssimos fatos que já eram bem conhecidos.

 

“Há interpretação de Luli ao piano em
está mesclada com álbum de fotos da familia dela.”