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ABC UFO

FORMAÇÃO DE GRUPOS UFOLÓGICOS OFICIAIS

A Socex sempre apoiou a formação de novos grupos, os quais incentiva, colabora, cede os estatutos para servirem como modelo e orienta para sua formalização e oficialização junto aos órgãos competentes. Não importa se sua associação, seu grupo estão instalados nos fundos de sua casa, em seu quarto, no seu escritório.
O importante é registrar oficialmente! Como sociedade ou associação sem fins lucrativos, você tem direito a registrar em cartório e publicar a ata de assembléia da constituição no Diário Oficial gratuitamente. Após um ano de constituição, você pode requerer através de algum vereador, o enquadramento como Utilidade Pública, o que favorece em muitas coisas.
Queremos dizer com isso, que só não se registra quem não quer. Apenas 1% dos grupos ufológicos do Brasil existem de forma oficial, ou seja, devidamente legalizados. Os demais são informais e isso não é bom. Estar registrado dá mais credibilidade.

Estatuto da Socex-Sociedade de Estudos Extraterrestres
(baseado no original fornecido pela D. Irene Granchi do C.I.S.N.E)
Rua Felipe Schmidt, 515 Sala 112 (Sede Própria) – Centro
88010-001 Florianópolis-SC-Brasil
CGC 73.341.604/0001-75
Utilidade Pública Lei Municipal nº 4280/93

SOCEX – SOCIEDADE DE ESTUDOS EXTRATERRESTRES
CGC 73.341.604/0001-75
UTILIDADE PÚBLICA MUNICIPAL LEI 4280/93

ESTATUTO
CAPÍTULO I – DENOMINAÇÃO, SEDE, DURAÇÃO, FINS, PATRIMÔNIO E FUNDO SOCIAL

Art. 1O – SOCEX – SOCIEDADE DE ESTUDOS EXTRATERRESTRES, nestes Estatutos, simplesmente denominada SOCEX, é uma sociedade civil, sem fins lucrativos, com sede e fórum na Cidade de Florianópolis, Santa Catarina, à rua Felipe Schmidt, 515, Sobreloja, Centro.
Art. 2 O – O prazo de duração da SOCEX é indeterminado.
Art. 3 O – A SOCEX tem por finalidade específica:
A) Trabalhar para o desenvolvimento científico-cultural na área da ufologia, exobiologia, parapsicologia e ciências congêneres;
B) Organizar e realizar conferências, exposições e outras promoções culturais, bem como promover e colaborar na promoção de cursos de assuntos afins, sem limitações regionais;
C) Criar e manter grupos de pesquisa e estudos técnicos ou práticos relativos às matérias do item “A”;
D) Manter contato e intercambio com outras entidades congêneres. Opinar e esclarecer sobre assuntos relativos ao seu campo, a opinião pública, através de órgãos da imprensa escrita, falada e televisada.

Art. 4 O – A SOCEX é constituída por sócios, de ambos os sexos, sem distinção de nacionalidade, raça ou crença religiosa e que tenham suas propostas aceitas pela diretoria.
Art. 5 O – Constituem patrimônio da SOCEX, os bens móveis e imóveis, os títulos e ou valores que vier a adquirir ou que receber por meios de doação.
Art. 6 O – O fundo social da SOCEX será constituído pelas mensalidades pagas pelos associados, pelas contribuições espontâneas, pelas subvenções, doações, legados e pelas rendas que os bens ou valores da SOCEX possam produzir.

CAPÍTULO II – DOS PODERES SOCIAIS, SUA ORGANIZAÇÃO E COMPETÊNCIA

Art. 7 O – São poderes da SOCEX:
A) Assembléia Geral;
B) Diretoria.

Art. 8 O – A Assembléia Geral, poder soberano da SOCEX, será constituída pelos sócios fundadores e efetivos que se encontrarem em pleno gozo de seus direitos sociais e quites com a Tesouraria.
Art. 9 O – A Assembléia Geral reunir-se-á:
A) Ordinariamente, uma vez por ano, para a aprovação das contas da Diretoria e dos planos de atividade para o novo exercício, sendo a bienal, no mês de março, para a eleição da Diretoria.
B) Extraordinariamente, quando necessário.

Art. 10 O – As Assembléias Gerais poderão instalar-se em primeira convocação com no mínimo ½ de sócios com direito a voto e em segunda convocação, meia hora depois, com qualquer numero.
Art. 11 O – A Diretoria da SOCEX será constituída por:
A) um Presidente;
B) um Vice-Presidente;
C) um Secretário Geral;
D) um Tesoureiro.
Paragrafo único : A Diretoria eleita terá mandato de 02 (dois) anos, sendo permitida a reeleição.
Art. 12 O – Compete ao Presidente da SOCEX:
A) Administrar e dirigir a SOCEX, cumprindo e fazendo cumprir as disposições dos presentes Estatutos, dos regulamentos internos e as deliberações que forem tomadas pela Diretoria;
B) Convocar e presidir as reuniões da Diretoria;
C) Representar a SOCEX ativa e passivamente judicial e extra-judicialmente;
D) Ordenar o pagamento das despesas autorizadas, assinar e endossar cheques, em conjunto com o Tesoureiro;
E) Convocar as Assembléias Gerais Ordinária e Extraordinária.

Art. 13 O – Compete ao Vice-Presidente auxiliar o Presidente e substitui-lo em suas faltas ou impedimentos.
Art. 14 O – Compete ao Secretario Geral a organização e a direção da secretaria.
Art. 15 O – Compete ao Tesoureiro providenciar a arrecadação e controlar o movimento financeiro da SOCEX, mantendo em dia a escrituração de receita e despesa, podendo assinar e endossar cheques, sempre em conjunto com o Presidente.

CAPITULO III – DO QUADRO SOCIAL

Art. 16 O – O quadro social da SOCEX, será constituído das seguintes categorias:
A) Sócios fundadores, que são os 30 (trinta) primeiros que se associaram à SOCEX;
B) Sócios efetivos, admitidos por propostas encaminhadas à Diretoria e por esta aprovados;
C) Sócios correspondentes, residentes no país ou no exterior, cujas propostas deverão ser encaminhadas à Diretoria, e deverão manter a SOCEX informada das atividades e desenvolvimentos científicos de interesse desta, no tocante às suas regiões ou países;
D) Sócios honorários, constituídos de pessoas ilustres, físicas ou jurídicas, que por seus méritos a SOCEX, através de Assembléia Geral, delibere homenagear.

Art. 17 O – Somente os sócios fundadores e efetivos gozam do direito de votar e de serem votados.
Art. 18 O – Os sócios estão sujeitos ao pagamento de contribuições mensais, cujo valor e sistema de arrecadação serão estipulados pela Diretoria, devendo constar, obrigatoriamente, da ata da reunião em que a decisão foi aprovada por maioria.
Art. 19 O – Serão excluídos do Quadro Social os sócios que deixarem de cumprir suas obrigações estatutárias e regimentais sem justificação aceita pela Diretoria, os que atentarem ao bom andamento das suas atividades, aos que indevidamente usarem o nome da SOCEX para proveito próprio e aos que deixarem de efetuar o pagamento de 02 (duas) mensalidades consecutivas, sem justa causa.
§ Único – É facultado ao sócio excluído, o direito de recurso à Assembléia Geral imediata à data de sua exclusão, sendo-lhe assegurado pleno direito de defesa.

CAPITULO IV – DAS DISPOSIÇÕES GERAIS E TRANSITÓRIAS

Art. 20 O – Os sócios não respondem nem individual nem subsidiariamente pelas dívidas ou compromissos da SOCEX.
Art. 21 O – O ano social coincidirá com o ano civil.
Art. 22 O – As alterações e reformas dos presentes Estatutos, só poderão ser deliberadas em Assembléia Geral Extraordinária, especial e especificamente convocada para tal fim, e deverá contar com a presença mínima de 2/3 dos sócios fundadores e efetivos, em primeira convocação e com o mínimo de ½ dos sócios em segunda convocação, meia hora depois. Em hipótese alguma tais alterações ou reformas poderão objetivar ou atingir as finalidades especificas da SOCEX.
Art. 23 O – A SOCEX somente poderá se extinta por decisão da Assembléia Geral Extraordinária, especialmente convocada para tal fim.
Art. 24 O – Em caso de extinção da SOCEX, depois de pagas as dívidas porventura existentes, a destinação do patrimônio será resolvido pela Assembléia Geral Extraordinária, especialmente convocada para tal fim.
Art. 25 O – Ficarão automaticamente destituídos de seus cargos os membros da Diretoria que faltarem a 03 (três) reuniões consecutivas, sem motivo justificável a critério da Diretoria.
§ Único – Os cargos vagos serão preenchidos por sócios livremente escolhidos pelo Presidente da SOCEX.

Florianópolis, 01 de agosto de 1991

_____________________ ___________________
Presidente Vice-Presidente

TIPOS DE CONTATO

1° GRAU – Observação simples do fenômeno, sem que este interfira no meio ambiente.

2° GRAU – Obsrvação simples do fenômeno, porém se observam efeitos físicos em animais e matéria orgânica, tais como, vegetação chamuscada ou podada, galhos de árvores quebrados, animais assustados, além de faróis de veículos, motores e rádios que desligam-se durante algum tempo.

3° GRAU – Observação de discos voadores onde seus tripulantes são vistos em seu interior ou nas proximidades.

4° GRAU – A chamada abdução ou sequestro, ou convite para entrar no disco voador. Geralmente os abduzidos são submetidos a diversos exames (pele, sangue, extração de sêmen e óvulos, etc) antes de serem colocados fora da nave, sendo que na maioria das vezes esta lembrança é apagada da memória do abduzido, sendo apenas possível recordar dos fatos mediante sessões de hipnose.

5° GRAU – Assim chamados quando os extraterrestres implantam “chips” nos abduzidos. Os locais dos implantes são variados, podendo ser em uma narina (mais comum), cabeça, mãos, pés ou também em outras partes do corpo. Estes “chips” são eletródios que acredita-se serem utilizados para acelerar a evolução cultural emitindo ondas dirigidas ao encéfalo, ou subconsciente. Com isso, acredita-se que desenvolve-se a percepção de novas dimensões e os fenômenos extra-sensoriais como clarividência, e outros dons paranormais. O curioso é que na maioria das vezes estes implantes não são físicos e há alguns ufólogos que acreditam que sirvam para monitoramento.

PESQUISA DE CAMPO E VIGÍLIA
Por: Roberto A. Beck

1 – APRESENTAÇÃO

As pesquisas de campo e vigílias são de suma importância para um ufólogo. Não só permitem coletas de dados como é um excelente meio de se colocar o conhecimento do pesquisador em prática.
As vigílias se efetuam através da observação do céu e do meio ambiente. Servem não só para união do grupo como para troca de experiência e informações.
As pesquisas de campo são basicamente constituídas por informações de terceiros que de alguma forma vivenciaram ocorrências ou com DVs ou com seus tripulantes ou ainda com fenômenos relacionados aos mesmos e que servem de complemento para o ufólogo na comprovação do fato.

2 – OBJETIVOS

Evidentemente que entre os objetivos principais está a coleta de provas definitivas da existência dos Discos Voadores e de seus possíveis tripulantes por meio de filmages, fotografias, coleta de material por ventura deixado pelos mesmos, e nisto podemos incluir: moldes de marcas de trens de pouso, análise química do solo, da vegetação e outros elementos da natureza, objetivando detectar alguma espécie de radiação e ou eletromagnetismo, etc…a esse tipo de pesquisa, em que o grupo de ufólogos pretende vivenciar o fenômeno chamaremos de pesquisa direta ou vigília.
A pesquisa indireta ou de campo (nessas estão incluídos todos os tipos de contatos imediatos de zero a quinto grau) é a coleta de informações e dados fornecidos por terceiros e, nestes casos, poder-se-á coletar também aqueles elementos, desde que o grupo chegue rápido ao local da ocorrência, evitando-se desta forma que a natureza destrua as “provas” deixadas pelo objeto (chuva, vento, animais, etc…) bem como pessoas inescrupulosas.

3 – O GRUPO

Importante é a seleção do pessoal que deverá realizar a pesquisa de campo ou vigília. Primeiramente há de se ver a possibilidade de cada um com referência a tempo disponível. Máximo de 10 e mínimo de 06 pessoas, conforme forem as exigências de cada caso, distância a ser percorrida e tempo de duração da pesquisa em si.
O grupo deve se constituir de pessoas unidas, solidárias e ágeis, sendo necessário que tenham:
a – equilíbrio
b – coragem
c – condições físicas satisfatórias
d – ânimo redobrado
f – união
Importante evitar levar pessoas sem preparo, estranhas ao grupo, menores de idade (menos de 14 anos ), mulheres grávidas e outras que possam de alguma forma vir a prejudicar ou mesmo fazer com que se interrompa a pesquisa .

O COORDENADOR

Deve-se escolher um coordenador o qual vai definir deveres e obrigações de cada qual, ou seja as funções de cada um. O coordenador é quem vai definir durante a pesquisa o que se deve fazer nas diversas situações que se apresentarem . Se por acaso houver necessidade, o coordenador colocará o problema em discussão e será resolvido pela maioria.
Antes de toda vigília o grupo deve se reunir para traçar e discutir os detalhes da mesma tais como: tempo, custos, subsistência, índices de sobrevivência, elementos necessários para o deslocamento, o retorno etc…

MATERIAL

São os seguintes:

1 – Material de Investigação

Papel, caneta, lapiseira, mapa, régua, compasso, bússola, câmera fotográfica, filmadora (com tripés), binóculo, relógio com cronômetro, gravador, walk-talk de médio a grande alcance, lanterna, detetor da radiações eletromagnéticas, contador geiger.

2 – Material de Acampamento

Barracas, redes (com mosquiteiros), cordas, fogão portátil, combustível e fósforo, prato, panelas, talheres, alimentação básica, água mineral, kit de primeiros socorros completo, medicamentos para dores, antitérmico, anti-histamínico, etc..

3 – Material Pessoal

Roupas: levar o mínimo necessário e de acordo com a época e local do acampamento. Recomenda-se roupas folgadas e com bolsos grandes acomodadas em mochilas impermeáveis onde serão levados, também, objetos de uso pessoal e de higiene. Obs: a calça deve ser folgada e de tecido grosso.

4 – Calçados

Botas de cano curto ou longo, meias grossas e compridas. Um par de tênis para uso no local do acampamento.

5 – Utilidades

Faca, canivete, lanterna, isqueiro, lupa, documentos pessoais, cajado, cantil, boné, repelente, protetor solar.

6 – Deslocamento

O grupo nunca deve se deslocar para o local da vigília em um único veículo de preferência um utilitário para carregar o material e automóveis para conduzir as pessoas, sem apertos e incômodos.
Deve-se chegar ao local de dia para escolha, limpeza e montagem do acampamento (se for o caso).
Em vigílias rápidas (de algumas horas ou somente uma noite), muitos desses materiais poderão ser dispensados, ficando a critério do grupo escolher o que levar.

7 – Local da Vigília

Nunca acampar perto de rios, beira de barrancos, embaixo de árvores, perto de grutas, locais pedregosos, mato alto. Procurar sempre local não muito descampado e alto de onde se possa ter uma visão geral de toda a região (de preferência os 360 graus).
Observar se existem estradas, casas, movimento de pessoas, tráfego aéreo, pegadas de animais, rastros de répteis, montes de cupins, charco, rio e lagoa.
Deve-se levar um plástico branco ou lona para se fazer uma cobertura para proteção durante o período da pesquisa, bancos ou cadeiras dobráveis (3 no máximo), para revezamento de descanso.
As barracas devem ficar perto umas das outras e uma pequena fogueira deve ser mantida acesa durante toda a noite com os cuidados necessárias para que não se alastre pelo ambiente.
Dependendo da quantidade de pessoas, faz-se o revezamento de no mínimo dois por plantão, também mínimo de 2 horas a partir de horário que o próprio grupo determinará.
Os que não estiverem escalados para fazerem o primeiro turno, devem ir dormir ou descansar.
Os que estiverem de plantão darão o alarme caso constatem algo interessante ou alguma emergência.

Não se deve em vigílias:

falar alto (à noite)
promover serenatas
comportar-se inadequadamente
discutir assuntos fora do tema ufológico
ligar rádios
afastar-se do grupo sem avisar

8 – Refeições:

Haverá um responsável (cozinheiro) que ficará a cargo das refeições e o horário para as mesmas será pré-estabelecido pelo grupo. Cada qual lavará seu prato, talheres e copo e os manterá sob sua guarda.
O resto do material de cozinha deverá ficar sob os cuidados do cozinheiro que promoverá sua limpeza e conservação.
Quanto aos alimentos a serem consumidos, na reunião prévia deve-se encarregar uma pequena comissão que deliberará sobre a compra dos mesmos, baseando-se no número de participantes e o tempo que levará a pesquisa.
As despesas de alimentação, combustível e outras que se fizerem necessárias serão dividas em partes iguais entre os participantes.

A VIGILIA

Em vigílias prolongadas com acampamentos, ou vigílias simples (horas), o coordenador terá sob sua responsabilidade o bom andamento da mesma, usando para tal seus conhecimentos e experiências, portando sempre manuais ou livros de primeiros socorros bem como de procedimentos emergenciais em situações de risco. Um grupo bem treinado e informado tem bem mais possibilidades de sucesso. Portanto, reuniões prévias devem ser realizadas para conhecimentos das várias situações que podem ser apresentadas em tais ocasiões.
Tão logo esteja o grupo acomodado no local, e como uma primeira medida de início de pesquisa, é conveniente entrevistar as pessoas por ventura residentes por perto (ainda durante o dia), colhendo assim informações sobre possíveis avistamentos e ou ocorrências estranhas que venham enriquecer a coleta de dados bem como fornecer “pistas” a respeito do local exato de fatos anteriores (se for o caso). Um pequeno grupo de duas ou três pessoas deve ser designado para isto, fotografando, filmando e gravando as entrevistas consideradas relevantes, enquanto os outros elementos permanecerão no acampamento ultimando providências.
Filmadoras e máquinas fotográficas deverão já estar em posição de serem usadas, devidamente em seus tripés e cobertas por plástico para protege-las de chuva, sereno, poeira etc. As máquinas fotográficas deverão estar no modo B (FOTOS NOTURNAS), para exposição prolongada de abertura de diafragma (e com filmes de 400 asa para cima) e as filmadoras devem ser colocadas no modo MANUAL, não devendo-se fazer uso do ZOOM com muita frequência, evitando-se desta forma que as imagens se desfoquem. As pessoas que vão usar as máquinas devem, portanto, possuir um mínimo de conhecimento de como faze-lo de maneira correta para que não sejam perdidas oportunidades, raras, de se documentar fatos tão importantes numa vigília, desde que aconteçam, é claro. Estar prevenido, preparado, dominar o instrumento de trabalho e o mais importante, ser frio, calmo e competente na hora de ter que agir é a receita para o sucesso.

COMO DEVE O GRUPO SE COMPORTAR DIANTE DE AVISTAMENTOS DE NAVES , SONDAS OU ATÉ MESMO ALGUM TIPO DE VISITANTE

em avistamento a longa distância;
em avistamento próximo;
num possível contato visual com algum ser;
na aproximação de um ou mais visitantes, do grupo;
convite para adentrar a nave;
tentativa de abdução de um ou mais elementos do grupo.

Imaginemos por um momento se realmente venha a acontecer uma das hipóteses acima relacionadas, como você agiria no momento da ocorrência? Correria? Ficaria parado? Se esconderia em algum lugar? Se uniria ao grupo e aguardaria os resultados?
Eis aí uma questão que à primeira vista pode parecer impossível de se realizar, mas que necessariamente terá que ser discutida entre os participantes nas reuniões prévias, porque vai depender, e muito, das pessoas que estiverem no grupo.
Por exemplo: certa ocasião em uma de nossas vigílias em Alexânia, um dos componentes passou mal ao ver se aproximar do grupo uma sonda avermelhada e teve que ser conduzido às pressas para dentro de um dos veículos, que por sorte, estava perto do local. E alí permaneceu até o fim, sem mais participar dos acontecimentos daquela noite.
Portanto, qualquer decisão tomada pelo grupo com relação a esse aspecto deve ser seguida por todos por ocasião da possível ocorrência.

GRUPOS DE INICIANTES

Novos grupos de pesquisadores devem sempre iniciar suas pesquisas com as vigílias rápidas, ou seja, aquelas que possibilitem o retorno na mesma noite e que não necessitem de acampamento ou permanência demorada no local. São geralmente pesquisas cuja duração pode variar entre 3 a 6 horas e que representam pouco gasto e pouco material, devendo-se levar o necessário (material de pesquisa em si, um lanche variado, agasalhos, etc.).
Tais pesquisas vão dando ao grupo mais experiência e os elementos devem permanecer sempre os mesmos e, com o tempo, novos pesquisadores podem ir sendo acrescentados, recebendo dos mais antigos as informações de como participar e também serem úteis às finalidades propostas.

A VIGILIA SOLITÁRIA

Em lugares desconhecidos nem pensem nisto. Quando muito, poderá ser realizada em seu próprio sitio ou fazenda, ou da varanda de seu apartamento, confortavelmente, sem perigos de assaltos, ataques de animais ferozes ou outras surpresas desagradáveis. Por isto é que se aconselha pesquisas em grupos.
Já passei por um belo susto desses quando num local de nossas vigílias, lá estava eu, sozinho, alí pelas 3 h, olhando para as estrelas, céu limpo, sem lua, doidinho para ser abduzido, mas quase fui engolido… de repente senti atrás de mim alguém ou alguma coisa. Estava com a lanterna na mão e o 38 na cintura. Virei-me de repente, acendi a lanterna e apontei o 38. Era um lobo Guará a não mais de 10 m às minhas costas. Só dei um tiro para o alto e o bicho disparou pelo cerrado. Mas o coração quase parou de bater e fui embora dormir.
Os detalhes sobre o uso do material de pesquisa, conhecimento básico de astronomia, fenômenos naturais, primeiros socorros e toda espécie de recursos emergenciais que a natureza possa oferecer devem ficar não só a cargo do coordenador como de pessoas capacitadas por ventura componentes do grupo.

A Pesquisa de Campo

Diferente da VIGILIA (que chamamos de atividade direta), a Pesquisa de Campo (que chamamos de atividade indireta) nada mais é que a coleta de informações de situações vivenciadas por terceiros relativas a acontecimentos ufológicos.
Em tais casos a equipe a ser montada deve-se constituir por pessoas devidamente pré – selecionadas com capacidades e perspicácia investigativa , de bom entendimento psicológico e intuitivo, de preferência possuindo um elemento com conhecimentso de técnicas de abordagem jornalística/ufológica para um perfeito levantamento e confiabilidade dos dados ou informações levantadas.
É recomendável o uso de um questionário a ser preenchido pelo(s) informantes( ou contatados) com todos os detalhes da situação por ele(s) vivenciadas, bem como se fazer fotos e filmagem dos locais da(s) ocorrência(s) e de seus participantes, assim como gravações de toda a conversa em torno do assunto durante a coleta de dados, mesmo das pessoas que não participaram do evento (às vezes no meio desses, alguma informação elucidadora e adicional pode vir a ser bastante interessante).
Tal grupo deve ser constituído no mínimo por três pessoas, com tempo disponível para um pesquisa prolongada se for o caso. Após a análise dos dados coletados e apresentados a todos os componentes do grupo, se considerados confiáveis ou autênticos, devem ser levados a conhecimento público através da mídia e a todos os grupos envolvidos na mesma pesquisa.
Dependendo da ocorrência, o grupo deve continuar acompanhando o caso bem como os seus envolvidos principalmente se houver casos de implantes ou efeitos de qualquer ordem nas pessoas, ocorrências merecedoras de um acompanhamento constante seguido de toda sorte de ajuda possível às vítimas.
Um formulário que deve ser adotado pela Entidade e seus grupos de pesquisas é o do sr. Wilson Geraldo de Oliveira
(GEU- UNB), por considerarmos muito bem elaborado e completo o qual, tomamos a liberdade de anexá-lo ao presente trabalho.
Creio havermos, de uma forma sintética, abordado os principais pontos necessários para que se obtenha resultados positivos em Pesquisas de Campo e Vigílias a serem realizadas por grupos de ufólogos. O principal é que sejam constituídos por pessoas que pensem mais ou menos da mesma forma quanto à sua realização com o uso adequado de procedimentos pré – estabelecidos e

SUCESSO PARA TODOS !!!

A QUESTÃO DO SATÉLITE NA VIGÍLIA
Uma contribuição aos investigadores de campo
Ubirajara Franco Rodrigues
Acervo SOCEX

Introdução

Um aspecto que de há muito desperta o interesse dos ufólogos é a controvertida possibilidade de se avistarem satélites artificiais em certas horas e condições. Evidentemente para os “experts” em Astronáutica e Astronomia tal assunto não apresenta dificuldade. No entanto temos notado que com o advento cada vez maior da vontade dos pesquisadores em adquirir postura objetiva e científica, mormente perante depoimentos de testemunhas de alegados avistamentos ufológicos, o problema vem oferecendo alguma barreira, principalmente para fins de registro e análise. Nos últimos eventos de que participamos, fomos abordados por colegas desejosos de trocar idéias a respeito do tema. Isso nos inspirou a elaborar esta pequena contribuição. Baseamo-nos em noções elementares de Astronomia e fomos buscar em compêndios de Astronáutica as informações que aqui passamos.

Muitos ufólogos já depararam com depoimentos de pessoas, que avistaram um pequeno ponto de luz varando os céus em trajetória retilínea, sem os característicos movimentos do UFO. Partindo da premissa de que tal objeto se manifestou fora da atmosfera, como temos certeza absoluta de que se tratava de um dos satélites artificiais que rodeiam nosso planeta? De que forma poderemos considerar o número de dados para registrá-lo em termos de possibilidades, de que se tratava ou não de um UFO?

É o que tentaremos estudar.

Durante o texto, o leitor encontrará alguns termos científicos, mormente usados em astronomia, pelo que sugerimos a consulta de um pequeno glossário ao final do trabalho, correspondente á numeração aposta no próprio texto.

Como o assunto é do direto interesse do pesquisador em Ufologia, recomendamos a leitura das obras especializadas, que dão destaque a satélites artificiais, para maior entendimento. Algumas delas estão relacionadas na rápida bibliografia, ao final deste trabalho.

Peço, finalmente, licença para dedicar o presente a dois pesquisadores que representavam, segura e responsavelmente, alinha científica da Ufologia brasileira: a Carlos Alberto Reis e Jaime Lauda, com meu abraço.

O que é uma Vigília?
Certa ocasião, alguém ergueu o dedo num auditório e lançou a pergunta – “Afinal, qual a finalidade das tais vigílias?” – A resposta é óbvia. Vigília é um período de tempo escolhido pelo pesquisador para, em determinado local, observar manifestações de características ufológicas, e colher dados que justifiquem um alegado índice anormal de aparições. O ouvinte, desejoso de informações acadêmicas, retrucou logo; “Em suma, vocês são uma turma de loucos que vão para o mato caçar disco voador”.

Em princípio ele teria razão. Não se pode lançar mão da vigília com a única finalidade de avistar um UFO. Ela tem utilidade bem ampla. Muitos depoimentos originam-se da confusão que o mal informado faz quando avista um fenômeno natural pouco comum e principalmente ao observar fenômenos artificiais de apresentação à primeira vista indefinível. É o caso de automóveis e tratores no alto de serras e, ao mais das vezes, dos Satélites Artificiais. A vigília é oportunidade para se registrarem, além de outras, aparições de engenhos conhecidos e ocorrências naturais, que possam ser confundidos com Objetos Voadores Não Identificados. Método científico é o comparativo, quando checagem de informações precisas é importante e podemos concluir por uma coincidência de dados.

Comum avistarmos o nascimento de um astro no horizonte, onde o espetáculo é notável em períodos de atmosfera carregada, que funcionando como lente, torna o brilho da estrela bastante ampliado. Munidos de uma carta estelar, sabemos que a tal hora e em tal posição, tendo como um ponto de referência algum acidente geográfico ou topográfico, uma estrela, “X”, surgiu no céu observável. A evidência do fenômeno pode impressionar um leigo, que julga ter sido testemunha de uma aparição ufológica.

A má informação torna tão frágil a impressão do observador, que confusões assim são mais comuns do que se supõe.
Temos registros de pessoas que juram ter avistado discos voadores que, no entanto eram automóveis em estradas isoladas, invisíveis à noite. De “contatados” que se comunicaram telepaticamente com tocos de árvores pegando fogo no pasto (como conta de maneira hilariante o pesquisador brasileiro Roberto Beck) e assim por diante.

Ocorrências astronômicas são mais comuns em casos de confusão. Nós mesmos, com nossa equipe, fomos vítimas da estrela Alfa da Constelação do Centauro, quando o fator emocional nos jogou num verdadeiro e constrangedor frenesi, diante da possibilidade de estarmos avistando um enorme UFO, que ao telescópio apresentava-se como duas bolas unidas (1). Diga-se de passagem que a “famigerada” explicação dada pela USAF (2) a avistamentos de UFOs, como se fossem observações do Planeta Vênus, à época do Projeto Livro Azul, não era tão desrespeitosa. Vênus já fez congestionar nossos telefones por inúmeras vezes.

Os trabalhos na vigília não se restringem à observação noturna. O dia deve ser utilizado para colherem-se dadas de eventuais observações da noite anterior, perante pessoas da cidade e do meio rural circundante. Pelo método comparativo, o avistamento de um UFO no mesmo sítio do espaço, à mesma hora e de idênticas características visuais ao nascimento do nosso astro “X”, cai diante da probabilidade de se ter observado o tal astro, que é praticamente de cem por cento.

O Satélite Constante Intruso
Durante uma vigília, qualquer coisa que se mova no espaço paralisará nossos nervos. A parte aviões, que ao lado de fenômenos naturais devem ser objeto de outro estudo, vamos nos ater aos satélites artificiais. De pronto o caro leitor perguntar-se-ia se há uma maneira segura de se afirmar se um ponto de luz em movimento a grande altitude não se trata de um UFO. É claro que não. Mas a finalidade deste trabalho é descobrir a fórmula de um processo eliminatório, portanto específico aos horários e condições prováveis de observação de satélites.

Sou compelido a tecer um comentário importante: Sempre que um fato ufológico movimenta a Imprensa, a tendência é solicitar o parecer de um astrônomo. Nada mais certo à primeira vista, levando-se em conta a possibilidade de ter ocorrido a confusão com um evento astronômico. Mas não se justifica ao extremo. Foi astrônomo quem nos chamou a atenção para isso (3). O incidente UFO é acontecimento de baixa altitude (estatisticamente falando). O astrônomo quase sempre observa um sítio certo do espaço, tendo o seu telescópio regulado num campo restrito, com o foco direcionado para distâncias imensas fora da atmosfera. Caso um Objeto cruze a frente de seu telescópio, o que já seria rara coincidência, provavelmente o estudioso sequer o notaria, em virtude da distância focal. Ademais não vemos outros fatores que justifiquem ao astrônomo opinar sobre UFOs, somente porque se tratam de eventos cuja característica é o vôo. Enfim, os acontecimentos elementares de astronomia são necessários ao ufólogo. A recíproca talvez não seja imprescindível.

Vulgamente os satélites, emtermos visuais, são pontos de diversas intensidades de brilho cruzando o espaço em linha características conhecidas dos aviões, entre elas as do vôo “por instrumentos”. Podemos acompanhar a trajetória de satélites de variados tamanhos e brilhos. Esses silenciosos caminhantes espaciais tomaram conta do céu a partir de 4 de outubro de 1957 quando o Sputnik (4) abriu a leva de engenhos artificiais colocados em órbitas da Terra. Um cálculo nada exageração afirma que em média coloca-se um satélite em órbita por semana. Diversos países tem tecnologia propícia à farta utilização de satélites artificiais, como EUA, França, Holanda, Canadá, Itália, China, etc. Suas destinações, além de bélicas, são inúmeras: comunicação (como a rede Intelsat), por canais que substituem, mais propriamente, todos os cabos submarinos: meteorologia, com destaque à previsão do tempo via TV, avisos sobre furacões e tempestades: cartografia; informações sobre colheitas e pragas: distribuição de águas de superfície: indicação de poluição de água e ar:: navegação: medições astronômicas e outras infindáveis pesquisas de astronomia, mormente após a colocação de telescópio infravermelho fora da atmosfera. São tantos os satélites, parte deles visível a olho nu, que alguns acordos aéreos entre Potências foram firmados com o lançamento de satélites de controle do tráfego aéreo para regularizar a segurança nos ares.

Que nenhum Ufólogo se assuste quando observar, o que não é raro, vários satélites cruzando os céus simultaneamente na mesma trajetória, como verdadeira esquadrilha. Até o fim do primeiro semestre de 1983, portanto em cerca de vinte e cinco anos, treze mil e quinhentos satélites foram lançados, com a utilização de 2.230 foguetes (que também levaram ao espaço 111 pessoas).

Um Comportamento Estranho
Intrusos e de estranho comportamento, os satélites surgem de surpresa, logo após o horizonte ou manifestam-se de repente em pleno céu, quase no “Zênite” (5). Outra característica de sua invasão da abóbada celeste é a impressão que dão de, aos poucos, irem diminuindo sua luminosidade, como se “apagassem sua luz”, até desaparecerem em pleno espaço. Diante de tais casos, espantamo-nos porque juramos que nenhuma nuvem, por tênue que fosse, pudesse ali estar para escondê-los. Os satélites se cruzam à nossa vista, em rotas perpendiculares e oblíquas entre si.

Como sabemos, boa parte não é eternamente aproveitável. Apesar do muito espaço que existe à órbita do planeta, o número de objetos e artefatos artificiais é tão grande que o perigo de colisão existe. Basta lembrarmos que os acidentes de avião seriam ilógicos se considerássemos a vastidão do espaço aéreo. No entanto ocorrem. Outro exemplo é a imensidão dos oceanos, onde independentemente disso acontecem amiúde colisões entre embarcações.

Um cálculo de previsão para 1985 foi elaborado por Vladimir Chobotov, da Corporação Aeroespacial de El Segundo, Califórnia. Ele calcula a probabilidade de 50% de colisão para um objeto de 50 metros a seu raio, colocado em órbita circular de baixa altitude (6), com objetivo de permanência no espaço de mil dias. A época dessas contas 1983 o estudioso lembrou que em volta da Terra já existiam cerca de cinco mil artefatos perceptíveis por radar.

Dezenas de explosões no espaço, sem dúvida atribuíveis a choques entre satélites, foram e são detectadas. Algumas não são meramente acidentais, mas programadas, provocadas por satélites destinados à destruição de outros espiões. É a “guerra nas estrelas”, hoje tão comentada. Toda uma festa no céu só tende a esquentar, considerando-se as inúmeras utilidades da ocupação espacial. Se nós Ufólogos acharmos que a tendência é tornar-se mais fácil o trabalho para analisarmos avistamentos de OVNIs, enganamo-nos. A cada dia que passa mais e mais fatores estarão complicando nossos céus, provocando confusões e enganos.

Parte dos corpos que circulam ao redor do mundo são meros calhaus espaciais, como peças de equipamento e destroços de corpos arrebentados. Algumas das explosões registradas são perfeitamente identificáveis, pois é público que a Rússia propositalmente costuma destruir seus próprios aparelhos, como fez com algumas estações da série Salyut, que eram equipadas com instrumental útil. Outras explosões só podem ser atribuídas a choques entre satélites, pois que, por exemplo, grande parte deles descreve órbita relativa à região polar, para não sofrerem tanto a ação de correntes magnéticas e do cinturão de Van Allen.

Certos corpos mais importantes, pelo custo e destinação, que explodiram, tiveram sua destruição mais notável, como o Skylab, o Cosmos 1402, o Cosmos 1275, o Explorer 36, o Cosmos 954, o Pageus. Quando não são estilhaçados por colisão ou destruição provocada, sofrem avarias e, perdendo força, não conseguindo manter-se em órbita, precipitam-se na atmosfera, partindo-se na reentrada em dezenas de pedaços. Este é outro fenômeno que pode surpreender numa noite escura e estrelada, causando confusão em OVNIs. Após bater na massa de ar, o satélite perde velocidade e se fragmenta, bombardeando o solo. Se alguém teve oportunidade de testemunhar a reentrada da atmosfera de um aparelho como o Cosmo 1402, deve ter observado um espetáculo digno de registro, pois ele tinha 14 metros de comprimento. Usava um reator nuclear de propulsão, abastecido com carga de 45 quilos de urânio.
Órbitas e Observações
Em termos vulgares, velocidade angular é a relativa ao ponto de observação. Os satélites de órbitas próximas (cerca de 200km. de altitude), apresentam a mesma velocidade angular de um avião voando a grande altitude. Messes casos fica mais difícil distinguir um do outro, mas muito raramente não conseguiremos notar a luz piscante do avião, mormente se estivermos munidos de um modesto binóculo. Aqui uma sugestão é cabível: Sempre que acompanharmos a trajetória de um ponto de luz, procuremos observar a sua passagem no espaço zênite ou à nossa frente. Em se tratando de avião, seguramente notaremos sua luz característica. Os intervalos entre as piscadas são quase regulares.

Não confundir, entretanto, com uma nítida variação de brilho nos satélites, que pode ser registrada. Certos artefatos oscilam sua luminosidade, mormente quando são alongados e giram em torno do próprio eixo. Porém o problema de órbita é a chave do nosso estudo. Inicialmente, a velocidade de vôo de um satélite para a órbita é imprimida de modo que a força centrífuga seja exatamente igual à força gravitacional (atração) do planeta. Se por acaso um corpo fosse colocado a pouca altura de vôo, conseguiria dar a volta ao mundo em uma hora, 24 minutos e 25 segundos a uma velocidade de 7,91km/ segundo, mas na prática não completaria sua volta em virtude da resistência do ar. Para que um satélite complete uma volta ao redor do mundo, deve ser colocado em órbita de no mínimo 160km de altitude, a partir do que a resistência do ar torna-se cada vez menos forte até que a última camada da atmosfera (7) seja ultrapassada.

Dependendo da área de superfície a ser coberta, os satélites são colocados estrategicamente em altitude e rota predeterminadas. Tais rotas podem ser modificadas se os artefatos contarem com um foguete próprio que os impulsione para a direção da órbita desejada. O primeiro ponto a ser, pois levado em conta, de maiores possibilidades de observação, é que os habitantes de regiões limítrofes ao Equador são mais privilegiados. Isso porque, existindo em maior número e voando a altitudes mais baixas, portanto sendo mais brilhantes, os satélites de comunicação são postos numa órbita sobre o Equador. Nesses casos a órbita descrita é quase sempre arredondada, observando-se que o aparelho é de relativa baixa altitude. Fácil, pois de situados em um ponto fixo de período de observação constante, podermos sempre arredondada, observando-se que o aparelho é de relativa baixa altitude. Fácil, pois de situados em um ponto fixo de período de observação constante, podermos sempre á mesma hora da noite registrar a passagem de um satélite, num mesmo sítio.

Quase nunca veremos satélites antes do por do sol, já que nossa estrela faz incidir seus raios à nossa vista, causando o azulado e a clareza do céu diurno, cortando as condições de observação do espaço, tornando a atmosfera opaca.

Lembramos, no entanto que as noites são mais curtas no Hemisfério Sul (o nosso), no início do verão (21 de dezembro) (8). A partir de 20 de Março, os dias e as noites têm igual duração e todas as regiões da Terra (9), no início do outono. As noites são mais longas que os dias a partir de 21 de junho. Assim é no Brasil, estando nós no chamado solstício. Os raios solares não atingem o Pólo Sul e é sempre dia no Pólo Norte. Daí a razão da longevidade das noites em países como o Brasil, situados na banda sul do globo. A duração do dia e da noite torna a ser idêntica em 22 de setembro quando o sol volta a atingir o Equador. É o equinócio e o início da primavera no Hemisfério Sul. Quanto à duração do dia e da noite (10), as considerações acima foram descritas apenas para escolha de épocas mais propícias à vigília.

Ora, dia por dia, devemos observar cálculos astronômicos, que aqui não são cabíveis. O fato é que poderemos ver mais satélites nos Dias de noite mais longas. Em resumo e empiricamente: No verão, o “dia” tem mais de 12 horas e a “noite” menos de 12 horas. No inverno, o dia tem menos de 12 horas e a noite dura mais que 12 horas.

Voltando ao problema das órbitas, outros satélites não as descrevem circulares, mas alongadas, elipsoidais, dependendo da velocidade de impulso. À medida que essa velocidade difere quando do lançamento, a órbita pode ser mais ou menos alongada. Nessa situação (até um limite de velocidade para que não ocorra o escape (11) em períodos constantes do mês o satélite será mais visível em uma região fixa, menos visível em outras (á medida que a elipse abre) e invisível nas demais. Podemos imaginar o fenômeno considerando a Figura, quando em “A” temos o “Perigeu” (ponto mais baixo, próximo da Terra) e em “B” o “Apogeu” (ponto mais alto ou distante da Terra). Visualmente notamos por vezes nítida diferença de velocidade aparente (ou angular) dos satélites. Comparando-se a força gravitacional do planeta com a força centrífuga obtida pela velocidade, quanto mais distante ele voar menor será a velocidade exigida para que se mantenha em órbita. A velocidade a ser imprimida depende portanto da altura do vôo e não da massa do artefato. Conclusão: os satélites que observamos mais rápidos estão mais baixos que os mais “vagarosos”. Ocorre que o tamanho e o brilho influem no nosso registro visual, daí em certas ocasiões julgarmos que um ponto de luz quase imperceptível e rápido está mais alto do que o outro mais brilhante e grande, quando na verdade dá-se o inverso.

Alguns exemplos de órbitas circulares:
Altitude (+ ou -) Velocidade aproximada
220 km 7,8 km/seg.
1000 km 7,4 km/seg.
10.000 km 4,9 km/seg.

Outro engano que sempre ocorre nos meios ufológicos é o de que nenhum satélite pode voar em sentido contrário ao de rotação da Terra. Mas isso é possível. Nem todos os satélites seguem o sentido de trajetória Leste para Oeste. Para entendermos o porque, devemos aproveitar e ver outros tipos de órbita: o plano orbital desses artefatos formam ângulos com o plano do Equador. Tais ângulos determinam a “inclinação da órbita”. Coincidindo ambos os planos (portanto de ângulo de inclinação zero), o satélite está traçando uma trajetória “equatorial”. Se o ângulo de inclinação é de 90 graus, está voando em trajetória “polar”, sobrevoando ambos os pólos terrestres. Então como se entende pela Figura 2, se certos satélites são disparados com trajetória de ângulo de inclinação superior a 90 graus, movem-se em sentido contrário à rotação da Terra. Vamos vê-los aparecendo a oeste e desaparecendo a leste. Isso se chama, em Astronáutica, “trajetória retrógrada”.

Mais duas órbitas “exóticas” interessam ao Ufólogo, pois o leigo não sabe o que ocorre. Se pudéssemos notar visualmente um satélite situado a 35.800 km. de altitude, o seu período orbital (12) seria de 23 horas e 56 minutos, ou seja, a duração média de um dia, que é o período de rotação da Terra. Assim o satélite giraria na mesma velocidade em que a Terra gira sobre seu eixo, apenas mantendo-se em grau de latitude (13). O observador, em solo, vê-lo-ia descrevendo em “oito”, no céu, tanto mais alongado quanto maior fosse seu plano de inclinação ao plano do Equador), o “oito” ficará reduzido a um ponto. Virtualmente o satélite será fixo, latitude e longitudinalmente. Sempre estará “parado” no mesmo ponto. É o conhecido satélite estacionário. E não é planeta, nem estrela ou sequer um UFO.

Movimento nos Céus
Á nossa vista, tudo lá em cima se move. O movimento aparente se dá devido à rotação da Terra e do trajeto que nosso planeta desenvolve no espaço, acompanhando o Sol ao redor dele. Além dos meteoros e bólidos, acabamos por nos acostumar à observação de tal modo que notamos nitidamente a rota que um certo astro descreve, desde que surge, mormente se tomamos outros, como pontos de referência.

Já que falamos em rotas de satélites, devemos discutir rapidamente a base disso. A Rotação da Terra. O movimento das estrelas, á noite, dito aparente, é notado de leste para oeste, dessa forma “retrógrado”, ao de rotação do mundo. A rotação acontece de oeste para leste, sobre o próprio eixo. Devido à rotação, o pólo celeste sempre se desloca relativamente às estrelas, ao contrário da invariabilidade das direções dos pontos cardeais no horizonte. Daí a posição dos astros nos céus, varia, mormente porque devemos levar em conta que o eixo da Terra se movimenta, o que podemos visualizar se imaginarmos que ele desenha, por sem movimento, um cone ondulado. Esse eixo também se move relativamente ao próprio globo terrestre – daí as mudanças, no espaço, das posições dos pólos.

Finalmente, a velocidade com a Terra gira varia irregularmente. Assim temos condições, para efeito de registro, de notar passagens de satélites de acordo com pontos cardeais e direção. Uma boa sugestão é o procedimento que de há muito adotamos. Ao avistar um satélite, o pesquisador deve anotar o horário e a trajetória. Facilita muito a comparação, se pudermos posicionar o artefato, relativamente aos astros. Desde o momento que surge, a direção em que segue (principalmente se passar por uma constelação que o leigo conhecer), e o momento e posição em que desapareceu. Podemos nos munir de cartas estelares fartamente encontráveis em quaisquer livrarias. Elas dão a posição dos astros dia a dia, por todo um ano. Demonstram-nos o movimento aparente deles, aqueles que são visíveis ou não, conforme períodos. Por vezes são acompanhadas de efemérides que nos interessam, como previsões de chuvas de meteoros. Através delas conseguiremos traçar a rota de satélites, com base na posição dos astros e na direção das constelações.

Evidente que não possuímos sempre às mãos meios para anotar invariavelmente qual satélite foi avistado e de prever a trajetória de todos eles. Para os mais exigentes existem tabelas de posições dos satélites em seus giros orbitais, mormente para os pilotos que utilizam o sistema de navegação por satélites. Se o Ufólogo tiver condições e conhecimento para tal, tais tabelas são elaboráveis com antecedência, por previsão matemática. Como se vê, neste aspecto a coisa muito se complica. Afinal, as velocidades de satélites são significativas para que eles se desloquem consideravelmente em um milésimo de segundo. Se escolhermos por determinar a posição do satélite de maneira mais segura tecnicamente, vamos depender de alguns fatores a posição é dada pelas estações de rastreamento, dependendo de técnicas de cálculo, dos níveis dos imprevisíveis efeitos que influem no comportamento do artefato, como desvio ocasionado pela fricção do ar (em caso dos que voam a baixa altitude), etc. Mas, dependendo das possibilidades de cada um… tudo se move no espaço.

Satélites, a Todo Instante?
Em condições boas de observação, ou seja, céu sem nuvens e sem lua, sempre temos chance de testemunhar as trajetórias dos satélites, mas há uma espécie de limite de horário. E, esse sim, talvez seja o trunfo que nos sobre para, pelo menos com boa margem de probabilidade, sabemos se estamos ou não avistando um UFO.

Outro conceito astronômico vem de nos oferecer a base de procedimento para a distinção que desejamos. Ocorre um efeito provocado pela Terra e pelo Sol: Quando um grande objeto é iluminado por outro grande objeto, formam-se posteriormente ao corpo iluminado duas áreas, no espaço – O chamado Cone de Sombra, extensão que não recebe nenhuma luz da fonte. É óbvio, a fonte de luz é o Sol (estrela de luz própria) e o corpo escuro iluminado é a Terra. E o conhecido Cone de Penumbra, que recebe pouca luz, apenas de alguns pontos da fonte luminosa. Consequentemente, na superfície da Terra que pertence à parte não iluminada temos Região de Sombra própria e na superfície cujos raios são fracos, pouco iluminada, temos a Região de Penumbra própria. Vide a ilustração na Figura 4. São essas duas regiões que os satélites penetram ao voar em torno da Terra. Ao penetrar no cone de penumbra, o artefato recebe pouca luz para refletir e o efeito, no espaço, é como se fosse diminuindo a luminosidade, até se “apagar” em plena rota, quando passa para o sítio espacial totalmente desprovido de luz, o cone de sombra, a sombra total da Terra.

À noite, vemos satélites mais ou menos brilhantes, dependendo do tamanho e altitude. Não seria necessário frisar que se são visíveis é porque refletem luz solar, mesmo à noite. Devido à órbita, estarão refletindo os raios do Sol nas primeiras horas da noite, pois que o observador estará na REGIÃO DE PENUMBRA (superfície de imperceptível penetração da luz solar). À medida que o artefato se dirige para o cone de sombra, desaparece.
Já vimos que as direções de órbitas são variadas. Assim é que se a linha da rota não passar pelo cone de sombra, veremos o aparelho varar de um horizonte a outro. Se a linha de rota coincidir com a “eclíptica” (14), não notaremos o satélite. Em resumo, a observação do satélite só é possível em virtude do cone de penumbra, para nós que estivermos em certos horários situados na região de penumbra.
O maior brilho deve-se também à luz difundida na atmosfera da Terra, que incide sobre eles. Claro que esses fatores não limitariam nossa observação para objetos de enormes proporções, de grande poder de reflexão, que se situassem em órbitas extremamente elevadas. Nesta hipótese consideraríamos os mesmos fenômenos que nos permitem avistar a Lua independentemente da hora da noite. Porém os objetos que nos sobrevoam não são tão grandes.
Melhor entendendo, avistamos satélites de proporção considerável situados em órbitas de até mais ou menos 1.000 km de altitude: satélites pequenos, voando a mais ou menos 200 km.
Devemos sempre considerar NOSSA entrada na REGIÃO DE PENUMBRA e na REGIÃO DE SOMBRA (repetindo, regiões de superfície onde nos encontramos), quando cai a noite. Em horários de noite mais adentro, estaremos na região de sombra, e o CONE DE SOMBRA no espaço impedirá a reflexão da luz solar pelo satélite e não o veremos. Isso em virtude das baixas órbitas, que nos limitam de vê-los. Óbvio – à medida que a região de penumbra se afasta de nós quando nossa posição adentra a de sombra, o ângulo do cone de penumbra se vai abrindo e a região do espaço que ele cobre é tanto mais fechada quanto mais próxima da superfície.
Os objetos próximos (satélites) estão mais sujeitos a serem apanhados pela penumbra e pela sombra ao passo que os mais distantes ou não penetram em nenhum dos cones, refletindo luz durante boa parte da noite, ou mesmo que penetrem serão avistados até horários mais tardios (Lua, por exemplo). Há dessa forma um limite de horário a partir do qual não veremos comumente satélites.
A alternância do dia e da noite, portanto a duração de cada um (mais da noite, que nos interessa) é, em Astronomia, medida de TEMPO SOLAR. O dia verdadeiro é registrado a partir de meia-noite, zero-hora. Tomemos para exemplo o período de verão, quando as noites são mais curtas: Já notamos que na primavera e no verão o dia tem mais de 12 horas e a noite menos de 12 horas. No inverno e no outono dá-se o contrário. Durante os dias de verão, o Sol nasce muito cedo e se põe tarde. Geralmente nasce por volta de 5h 30min (hora do fuso). Põe-se mais ou menos às 18h 30min. Lembrando-nos das considerações acerca das órbitas e tamanhos dos satélites observáveis, a partir do instante que nossa posição se transformar em região de penumbra, as estrelas aparecerão e o tempo ficará escuro; já poderemos esperar os satélites. Durará cerca de duas horas e meia até que nos situemos em região de sombra. Daí por diante não mais veremos os satélites observáveis. Nos dias de primavera e verão, nossas possibilidades estender-se-ão, pois até perto das 21 horas. No inverno, durando a noite mais de 12 horas, o Sol nasce cerca de 6h30m e se põe por volta de 17h 30min. Com o mesmo raciocínio anterior, poderemos ver satélites até próximo das 20:00 hs.

INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES

Para aqueles que costumam permanecer de vigília até que o Sol volte a raiar, é bom lembrar que o DIA começa à meia-noite, zero-hora. Tudo volta a pesar com a mesma média de tempo antes do Sol nascer, quando voltaremos a vislumbrar satélites até que da claridade volte a ofuscar o espaço. O fato é que os satélites são eclipsados, e dependendo da altitude, capacidade de reflexão, órbita e tamanho, sofrem os mesmos efeitos visuais dos astros.
Referimo-nos, por exemplo, à Lua. Os eclipses lunares nos dão maior clareza de entendimento, pois a Lua está sujeita à incidência dos cones. Caso a órbita da Lua corresse no mesmo plano da Terra haveria eclipses amiúde. Ocorre que a Lua e a Terra têm suas órbitas em planos inclinados, daí mesmo em conjunção (mesmo plano em linha reta entre a Terra e o Sol) ele passa pouco abaixo ou pouco acima do Sol. Identicamente, quando a Lua está em posição, não entra no cone de sombra, mas passa abaixo ou acima dele, sendo sempre visível sem escurecer.
Aos que não entenderam o porquê de não vermos satélites, quando eles mergulham no cone de sombra, devemos informar que, quando eles mergulham no cone de sombra, devemos informar que, durante os eclipses, a Lua pode levar até duas horas para sair do mesmo cone, cujo diâmetro lhe é bem superior.
Outra dúvida restaria ao tratarmos dos tipos de órbitas desenvolvidas por satélites. Não nos referimos às órbitas sincrônicas com o Sol. Tais trajetórias, estabelecidas com o máximo de precisão exigida, evitam que o artefato entre no cone de sombra. Ele sempre estará iluminado pelo Sol, mas a nossa posição geográfica, quando se tornar região de sombra, já estará longe do aparelho e não o veremos em virtude da distância, ou seja, o seu brilho não chegará até nós.

Os satélites mais visíveis, em virtude do seu poder de reflexão, são os construídos com uma espécie de plástico metalizado, semelhante ao dos balões de estratosfera. São infláveis e têm quase a mesma função de balões científicos de estudo atmosférico a altitudes elevadas. Alguns bem famosos assustaram muita gente à noite, como os da série “Echo”, de dimensões incríveis, com cerca de 40 metros de diâmetro. Ao lado da série “Telstar” se constituíram bons pontos de observação visual, apesar de relativamente pequenos.

BIBLIOGRAFIA

BOCZKO, R., “Conceitos de Astronomia”, ed. Edgard Blucher Ltda, SP – 1984.

FARIA, Romildo P., “Fundamentos de Astronomia”, ed. Papyrus, 2ª., Campinas, SP – 1982.

DIVERSOS Autores, “A Conquista do Espaço Cósmico”, Simon Ramo e., Ao Livro Técnico S/A, RJ – 1964.

HERMANN, Joachim, “Astronomia”, Ed. Moderna, SP – SD.

MOURÃO, Ronaldo Rogério de Freitas, “Da Terra às Galáxias”, Ed. Melhoramentos, Brasília, 1977.

MOURÃO, Ronaldo Rogério de Freitas, “Anuário de Astronomia”, Ed. Francisco Alves, RJ – 1985.

SOLER, Rafael Clemente, “Os Satélites Artificiais”, Salvat Ed. do Brasil S/A – 1979.

TROEBST, Coud-Christian, “A um passo da Lua”, Ed. Boa Leitura S/A, SP – SD.

ENCICLOPÉDIA “Ciência Bril”, nº 107, julho/82, Ed. Abril Ltda, SP

REVISTA “Ciência Ilustrada”d, nº 09, julho/83, Ed. Abril.

REVISTA “Popular Science”, nº 05, janeiro/83, Novo Grupo Ed. Técnica Ltda – SP.

QUESTIONÁRIO DE AVISTAMENTO

A Socex é uma entidade independente de pesquisas, que procura ajudar na solução do enigma da vida fora da Terra, avistamentos de objetos voadores não identificados e eventuais contatos com tripulantes. Este questionário foi preparado para que a testemunha possa nos fornecer, com clareza e fidelidade, todas as informações relativas à ocorrência. Antes de preenche-lo, sugerimos que seja lido com atenção. As informações aqui dadas, serão utilizadas como objeto de pesquisas e respeitando a privacidade do autor caso seja este seu desejo.

1 – TEMPO

Quando viu o objeto? Pela manhã?…………….À tarde……………….À noite?……………………

Ano……………Mês…………….Dia…………….Hora……………..Minutos………………………………..

Durante quanto tempo observou o objeto? Horas……….Minutos………Segundos…………..

2 – LOCAL

Onde estava quando viu o objeto? Rua…………………………………………………………………..

Cidade…………………………..Estado……………………………..País…………………………………….

Obs: Se estava no campo, cite referências para localização.

Região: Plana?………………Montanhosa?………………….Litorânea?……………………………….

Altitude aproximada………………………..metros

3 – AMBIENTE

Se foi de dia: De que lado estava o Sol em relação à sua pessoa?……………………………..

Se foi à noite: Lua visível…………Estrelas visíveis……………Muitas…………Poucas…………..

Nuvens: Céu limpo………… Parcialmente encoberto?…………..Totalmente encoberto?…….

Tempo: Frio…….Morno………..Quente………..Chuva………Nevoeiro……..Bruma Seca………..

Vento: Forte……….Moderado……… Fraco………Nenhum……….Direção do vento……………..

4 – DESCRIÇÃO DO OBJETO

O objeto parecia: Sólido…………Fluídico………..Opaco………..Translúcido………………………..

Se brilhava, parecia ter: Luz própria…………Luz refletida………..O brilho era incômodo à visão…………
Variava de intensidade………….Sua intensidade era uniforme em toda superfície do objeto……………………………………………………………………………………………………………..

Cor do objeto: …………………….Variava?……………Como?……………………………………………..

Forma do objeto: ……………………………Variava?……………Como?…………………………………

Os contornos do objeto eram: Nítidos?……………Indistintos?……………………………………….

Tamanho aparente: (comparado com a lua cheia ou com outro objeto colocado à distância de um braço dos seus olhos)…………………………………………………..
Tamanho real: (se possível)…………..metros

Distância do objeto: (se possível)…………….metros

Descreva o ruído do objeto: …………………………………………………………………………………..

Se ele tinha cauda: Era de luz?…………De vapor?…………..De fumaça?……………De que cor era a cauda?…………………

Descreva outros detalhes avistados no objeto: ………………………………………………………….
…………………………………………………………………………………………………………………………….

No caso de mais de um objeto: Quantos eram?……………..Voavam em formação?…………….
Descreva as diferenças entre eles……………………………………………………………………………..

5 – POSIÇÕES E MOVIMENTOS DO OBJETO

Viu o objeto: Parado?…………Em movimento?…………..Em ambas as situações?………………

Para que direção você olhava: Quando viu o objeto pela primeira vez…………………………..
Pela última vez……………………..

De que direção vinha o objeto? …………………………………………………………………………….

Que direção seguia quando desapareceu? ……………………………………………………………..

A trajetória do objeto era: Retilínea?……….Curvilínea?…………Quebrada em ângulos?……….

Sua altitude aparente era: Grande?……….Média?………..Pequena?……….. Altitude real (se possível)…………………….metros

Tipo de vôo: Horizontal…………Ascendente………….Descendente…………..Variou?…………….

Velocidade aparente: (comparada a um avião, meteoro, ou qualquer outra coisa conhecida)………………………………………….Velocidade real (se possível)…………………..km/h

O objeto passou: Dentro de uma camada de nuvens?………….Acima?……….Abaixo?…………

Calcule sua altura acima da linha do horizonte: Quando apareceu……….graus
Quando desapareceu………….graus

De que forma ele desapareceu de sua vista: Diminuindo, à distância…………Apagando-se………….Explodindo…………….Sua visão foi interceptada por algum objeto qualquer………..

6 – CONDIÇÕES DA OBSERVAÇÃO

Quando viu o objeto, você estava: Na rua……….Em campo aberto………….No interior de um prédio……………Dentro de um veículo……………Que espécie de veículo……………………………

Se estava dentro de um veículo: Qual era sua velocidade………..km/h
Rumo que seguia…………………………………………………………………………………………………..

Se o veículo era um avião: Tipo e prefixo……………………………..Altitude…………….metros
O objeto estava acima ou abaixo do plano do avião?………….Quantos metros?…………………..
Houve comunicação para a torre de controle?……………Qual aeroporto?…………Quanto tempo após a observação?……………….

Observou o objeto através de: Óculos…………Vidraça ou parabrisa…………….Aparelho ótico………………(características: ex: binóculo, telescópio, etc)……………………………………….

Havia outras pessoas em sua companhia no momento da observação? ……………………..
Elas também presenciaram o fenômeno?………………Coloque abaixo seus nomes e endereços:
………………………………………………………………………………………………………………………………….
………………………………………………………………………………………………………………………………….
………………………………………………………………………………………………………………………………….

7 – INFORMAÇÕES PESSOAIS

Nome completo: (bem legível)……………………………………………………..Sexo………………………….
Endereço completo: (rua, número, bairro,CEP)…………………………………………………………………
…………………………………………………………………………………………………………………………………
Telefone…………………….Cidade………………………………Estado…………………….País……………….
Idade…………..Formação escolar………………………Alguma especialização?………..Qual?…………
Sua profissão atual…………………………….

Data em que completou este relatório: Dia……….Mês……………Ano……………………………..

Assinatura………………………………………………….

Pesquisador de Campo………………………………………………………………………………………….

No espaço abaixo, desenhe uma figura para mostrar os movimentos que o objeto fazia. Coloque “A” no início da trajetória e “B” no fim, indicando quaisquer mudanças de direção efetuadas durante o vôo.

Faça abaixo um desenho que mostre a forma do objeto, tal qual lhe pareceu. Marque e inclua no seu esboço todos os detalhes que você distinguiu no objeto (asas, tubos de escapamento de gases, motores, esteira de luz ou vapor, manchas, etc.). Coloque uma seta ao lado do desenho para indicar a direção em que o objeto se movia.

Como é impossível prever e incluir neste questionário alguns detalhes particulares a cada caso, gostaríamos que você nos relatasse, com suas próprias palavras, tudo aquilo que possa auxiliar a ter uma idéia mais completa e perfeita do que você viu, pensou e sentiu no momento da observação do fenômeno. Se o espaço abaixo for insuficiente, favor continuar em outra folha que será anexada a este questionário.

QUESTIONÁRIO PARA PESQUISA DE EVENTUAL ABDUÇÃO

Você já teve experiências pessoais estranhas?

Por favor, preencha o questionário e entre em contato conosco assim que possível. Todas as respostas serão confidenciais e sua identidade não será revelada.
(Lembre-se que passamos o mesmo que você e respeitamos quem passou por essas experiências.)
Seja tão completo quanto possível.

E-mail:
Data:
Nome:
Idade:
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Se as respostas às perguntas que seguem forem “Sim”, por favor elabore no espaço providenciado.
Descreva seus sentimentos e emoções na medida do possível em suas respostas.

Você já viu um OVNI? Se for afirmativo, dê uma pequena descrição dos acontecimentos durante o avistamento(s).
Sim Não

Quando criança ou adulto, alguma vez experimentou momentos estranhos num tempo indeterminado quando sentia-se perdido fisicamente mas não se lembra ter se perdido?
Sim Não Se afirmativo, descreva.

Você tem marcas ou arranhões no seu corpo que nem você ou seus pais conseguem lembrar como apareceram?
Sim Não Se afirmativo, descreva.

Enquanto acordado já viu uma figura assustadora (“monstro”, uma “bruxa”, o “demônio” ou algo parecido).
Sim Não Se afirmativo, descreva.

Você já experimentou uma sensação estranha na qual encontrou-se inexplicavelmente num local diferente de onde lembrava estar alguns segundos antes ou um tipo de hipnose enquanto dirigia?
Sim Não Se afirmativo, descreva.

Já sonhou estar num hospital?
Sim Não Se afirmativo, descreva.

Já sonhou estar deitado numa mesa?
Sim Não Se afirmativo, descreva.

Já teve algum sonho que o perturbasse com bebes ou pequenas crianças?
Sim Não Se afirmativo, descreva.

Já acordou paralisado com a sensação de alguém, alguma presença ou algo em seu quarto?
Sim Não Se afirmativo, descreva.

Já viu luzes ou bolas de luz em seu quarto na qual não tem nenhuma explicação?
Sim Não Se afirmativo, descreva.

Se for mulher, já teve algum problema estranho com gravidez?
Sim Não Se afirmativo, descreva.

Se for mulher, já sentiu que estava grávida mas, de repente desapareceu?
Sim Não Se afirmativo, descreva.

Já sentiu que estava realmente e inexplicavelmente voando e não era uma experiência de saída do corpo nem um sonho?
Sim Não Se afirmativo, descreva.

Você tem medos inexplicáveis em relação a certos lugares, como estradas longas, campos abertos, quartos em sua casa e outros?
Sim Não Se afirmativo, descreva.

Você já saiu de seu corpo ou teve uma saída inexplicável?
Sim Não Se afirmativo, descreva.

Algum parente ou amigo falecido, já apareceu em sua casa à noite?
Sim Não Se afirmativo, descreva.

Já viu ou sentiu a presença de um fantasma?
Sim Não Se afirmativo, descreva.

Já teve uma visão ou visita religiosa?
Sim Não Se afirmativo, descreva.

(Nos perdoe, mas é necessário que nos responda as perguntas a seguir. Essas perguntas apenas mostram como consegue enfrentar eventos estranhos e não se foram inventados).

Já foi hospitalizado por motivos de desordem psiquiátricos ou psicológicos?
Sim Não

Você está se medicando por razões emocionais ou psicológicas?
Sim Não

Já acordou com roupas que não eram suas e não sabe como as vestiu, ou acordou com as roupas pelo avesso ou sem elas quando havia colocado roupas adequadas e corretamente para dormir ?
Sim Não Se afirmativo, descreva.

Já sentiu alguma energia muito forte envolvendo-o?
Sim Não Se afirmativo, descreva.

Já sonhou com OVNIs?
Sim Não Se afirmativo, descreva.

Por favor use esse espaço para descrever acontecimentos estranhos que esse questionário não cobriu.

Suas respostas serão devidamente respeitadas e guardadas em nossos arquivos .
Por favor, complete as frases abaixo, expressando com sentimentos. Caso não tenha vivido alguma das experiências, desconsidere escrevendo um “não” ao lado.

Tenho canalizado informações de alguma fonte……
Tenho tido um aumento em sonhos que recordo…..
Sinto que recebo informações de outro lugar…..
Sinto que meu poderes psíquicos aumentaram…..
Tenho mais interesse em filmes, revistas e livros sobre OVNIs…..
Experimento uma estranha energia fluir pelo corpo…..
Às vezes tenho insights de minhas experiências….
Minha intuição tem aumentado….
Às vezes sinto quando algo vai acontecer…..
Sinto uma proteção estranha….
Meu interesse por assuntos espirituais…..
Meu desejo atingir uma consciência maior…..
Minha crença numa força maior….
Meu interesse em procurar respostas para os mistérios da vida…..
Meu interesse nas possibilidades de vida extraterrestre…..
Sinto que tenho uma tarefa a ser cumprida…..
Sinto que grandes mudanças irão ocorrer no planeta…..
Sinto que fui escolhido….
Vivo entre várias realidades…..
Me sinto confuso diante de pensamentos estranhos….
Minha apreciação pela natureza aumentou…..
Por favor, escreva qualquer informação, percepção ou vivência incomum que queria adicionar.

FRAUDES E ERROS DE INTERPRETAÇÃO – FENÔMENOS FÍSICOS QUE CONFUNDEM
Claudeir Covo – INFA – www.infa.com.br – claudeir.covo@uol.com.br

ASTRONÔMICOS:

ASTROS

Sol, Lua, Vênus, planetas, estrelas, cometas e outros astros, quando próximos à linha do horizonte, devido ao efeito de lente e a poluição da atmosfera, parecem ter dimensões maiores do que o normal e quase sempre apresentam a cor avermelhada (refração do espectro). Dependendo do ângulo visual, podem mostrar formas que lembram um disco voador. A análise dos referenciais (outras estrelas, por exemplo, com o auxílio de mapas estelares), pode ajudar na identificação do evento. Interessante que os planetas Vênus e Júpiter também podem ser visíveis durante o dia. O planeta Vênus também é conhecido como “Estrela D’alva”, Estrela Matutina ou Estrela Vespertina. Na Ufologia é conhecido como a “Rainha dos OVNIs”.

SATÉLITES ARTIFICIAIS E LABORATÓRIOS ESPACIAIS

Desde 1957, os satélites artificiais podem ser vistos aproximadamente duas horas após do por do Sol e duas horas antes do amanhecer. Normalmente são vistos na cor branca, pois refletem a luz solar. O mesmo acontece com os laboratórios espaciais.
Seguem uma trajetória definida, aparentemente em linha reta (na realidade estão circulando a Terra) e desaparecem em pleno céu, pois entram no cone de sombra. Jamais mudam de trajetória.

METEOROS

Meteoros são fragmentos de matéria do espaço interplanetário, que ao penetrar em nossa atmosfera se aquece, tornando-se luminoso. Normalmente atravessam a atmosfera e se perdem no espaço. A grande maioria tem dimensões não superiores a um grão de feijão. Com tamanhos maiores são chamados de bólides ou bólidos e causam ruído ao penetrar na atmosfera. O efeito luminoso na atmosfera tem curta duração, variando de frações de segundo até poucos segundos. Devido à altíssima velocidade, o meteoro perde a sua energia cinética para o ar, o qual se ioniza, tornando-se luminoso. Podem ser metálicos ou rochosos.
Basicamente, se dividem em três classes:

METEORÓIDES

São aqueles observados fora da nossa atmosfera.

METEOROS

São aqueles que atingem a nossa atmosfera.

METEORITOS

São aqueles que são encontrados no solo.

COMETAS

Os cometas são astros “errantes” que não raramente podem ser observados a olho nu ou por equipamento ótico (binóculo, luneta ou telescópio).

ATMOSFÉRICOS

Todo fenômeno ótico ou acústico que ocorre em nossa atmosfera é conhecido como meteoro.

Eles se dividem em:

HIDROMETEOROS

São aqueles relacionados com a água (chuva, tempestade, tornados, ciclones, etc…);

ELETROMETEOROS

São aqueles relacionados com a eletricidade e conseqüente manifestação de ruídos (raios, relâmpagos, trovões, faíscas elétricas atmosféricas, etc…);

FOTOMETEOROS

São aqueles relacionados com a emissão de luz (raios, relâmpagos, trovões, faíscas elétricas atmosféricas, etc…);

LITOMETEOROS

São aqueles relacionados com a precipitação ou formação de gelo (granizo, geada, neve, etc…).

NUVENS LENTICULARES

É muito comum o vento atingir grandes velocidades em um local relativamente plano. Quando chega perto de uma montanha, o vento sobe e faz um redemoinho que dá às nuvens formas discoidais. A testemunha, se observar o fenômeno por vários minutos, verificará que a forma lenticular irá se dissolver.

NUVENS NOCTILUCENTES

As nuvens noctilucentes são aquelas que luzem à noite. Temos também as nuvens iridescentes que ocupam a altura acima de 12 km na atmosfera. Em certos foguetes de estudos atmosféricos, que são lançados a grandes altitudes, utilizam-se gases de Bário que podem escapar e permanecer concentrados na atmosfera. Em certas situações, dependendo da altitude, da temperatura, da pressão atmosférica e da umidade relativa, esses gases se ionizam causando um efeito luminoso característico.

Existem outros tipos de materiais químicos que se comportam de forma semelhante em nossa atmosfera.

AURORA BOREAL OU AUSTRAL

Consiste num fenômeno luminoso que ocorre nas camadas mais altas da atmosfera, formando um colorido muito interessante, envolvendo todas as cores do espectro visível. Normalmente, ocorre nas regiões polares (sul e norte). São partículas carregadas de eletricidade, emitidas pelo Sol, que entram em contato com o campo magnético terrestre e com as moléculas dos gases atmosféricos.

RELÂMPAGOS GLOBULARES

Também conhecido como raio bola ou eletricidade em bola, trata-se de um fenômeno atmosférico raríssimo, normalmente ocorrendo em meio a tempestades, ou após um relâmpago comum. É uma bola luminosa de diâmetro pequeno, variando de 10 a 25 cm, de cor amarela, laranja ou vermelha, que as vezes emite um zumbido sibilante. Não é excessivamente quente mas pode queimar pessoas, também podendo danificar objetos. Às vezes, se dissipa no ar, simplesmente, e noutras some causando violenta explosão.

Os cientistas têm realizado constantemente experiências para descobrir a origem desses fenômenos, contudo, conseguiram somente alguns resultados associando a eletricidade com a química. Chegaram a reproduzir em laboratório a explosão de um grande transformador com sobrecarga de alta tensão. O filme que documentou essa experiência, mostra uma bola luminosa do tamanho de uma bola de futebol, que sai do meio da explosão e é lançada quase que na direção da câmara.

RELÂMPAGOS DE FOGO

O relâmpago de fogo é outro fenômeno atmosférico raríssimo. São esferas brilhantes que flutuam perto do solo, tendo ao seu redor um halo azul. Existem registros desde a Idade Media. Essas esferas se formam de diversos tamanhos, sendo que o maior chega a ter o diâmetro de uma bola de futebol. O pesquisador neozelandês John Abrahamson, da Universidade de Canterbury afirma que trata-se apenas de areia incendiada. Ele explica que o solo é rico em silício, e que explode ao ser aquecido a mais de 3.000 graus Celsius pelo relâmpago. Esse pesquisador, junto com a sua equipe, conseguiram reproduzir o fenômeno em laboratório. As poucas testemunhas que viram um relâmpago de fogo descrevem como bolas flamejantes que formam um espetáculo arrepiante.

RED SPRITES

São fenômenos óticos envolvendo descargas elétricas ascendentes que ocorrem na alta atmosfera. com formato de cone invertido, que ocorrem nas altitudes de 85 km. São flashes luminosos massivos mas oticamente fracos. Tem o tempo de duração na ordem de 17 ms. Aparecem em quantidade. A parte maior do cone que fica em cima tem a cor vermelha, e a parte inferior e mais fina do cone que fica em baixo (40 km) tem cor azulada. A primeira imagem de um “sprite” foi obtida acidentalmente em 1989. Em 1990, o “Space Shuttle” filmou mais de vinte ocorrências. Hoje, algumas milhares de imagens estão disponíveis para estudo.

BLUE JETS

São fenômenos óticos envolvendo descargas elétricas ascendentes que ocorrem na alta atmosfera, com formato esférico e de cor azul, normalmente associados a tempestades de relâmpagos. Ocorrem entre 20 km e 40 km de altitude e desaparecem entre 40 e 50 km de altitude. Duram em média 200 ms. A esfera sobe a uma velocidade de até 100 km/s. Ocorrem devido a descargas elétricas dentro de nuvens a aproximadamente 20 km de altura.

CAMADAS DE INVERSÃO TÉRMICA

Na altura de algumas centenas de metros, às vezes, podemos encontrar uma camada de ar quente, tendo acima e abaixo camada de ar frio. Essa camada de ar quente se comporta como um espelho perfeito, refletindo grandes focos de luz, faróis de automóveis, etc. Neste caso, de longe iremos ver duas bolas luminosas ”dançando” no céu, que torna fácil a identificação do fenômeno.

FOGO DE SANTELMO

É um fenômeno de eletricidade estática, que é devido ao atrito de grandes massas de ar de diferentes temperaturas em movimento na atmosfera. Esse atrito arranca partículas de materiais condutores, tornando-as carregadas positivamente. Essa superfície com carga elétrica relativamente próxima de uma nuvem também carregada, apresentará atração/repulsão de cargas elétricas, concentrando-se nas pontas das superfícies. Iremos observar, então, uma chama azulada cintilante.

Nas ocasiões de tempestades, o fogo de Santelmo tem sido observado nas pontas das asas dos aviões, nas pontas dos mastros dos navios e nas pontas dos campanários das igrejas. Neste último caso, já foi até confundido com aparições da Virgem Maria.
Como a chama azulada tem um brilho relativamente pequeno, só é visível à noite, porque a luz do Sol é muito mais intensa. Os cientistas demonstraram em laboratórios que enxames de alguns insetos, como a cigarrinha do abeto, podem ser iluminados pelo processo do fogo de Santelmo quando voam através de altos campos elétricos criados por uma tempestade.

PARÉLIO

Este é um fenômeno atmosférico que envolve a imagem do Sol refletida (às vezes refratada) em uma nuvem ou por cristais de gelo em suspensão no ar. Devido a sua altura, esses cristais de gelo em suspensão podem ser iluminados pelo Sol ainda abaixo da linha do horizonte, ocorrendo a decomposição da luz branca nas várias cores do espectro, causando um halo concentrado e colorido muito bonito. É bem diferente do fenômeno arco-íris, este bem conhecido da população, onde ocorre a decomposição da luz solar branca nas microgotículas de água em suspensão na atmosfera, causando um arco colorido.

PARASSELÊNIO

Um tipo de fenômeno relativamente comum e conhecido por quase todos. É um circulo luminoso que, às vezes, se observa em volta da lua. É causado pela grande quantidade de umidade e cristais de gelo presente na atmosfera. Se houver nuvens passando à frente do fenômeno, poderemos ter a sensação de movimento e mudança da intensidade luminosa e da cor.

TELÚRICO

ENERGIA TELÚRICA

Em nosso planeta temos 92 elementos naturais, sólidos, líquidos e gasosos, que podem formar infinitas substâncias quando associadas adequadamente. A própria NASA tem realizado experiências para formar novas substâncias no espaço, na ausência da força gravitacional. Existem muitos processos químicos em que muitas substâncias têm a característica de emitir luz.

A emissão luminosa pode ocorrer nos seguintes processos:

LUMINESCÊNCIA

É o fenômeno físico que consiste em irradiação de luz em temperatura relativamente baixas;

FOSFORESCÊNCIA OU FOTOLUMINESCÊNCIA

É o fenômeno físico que consiste na emissão de luz de certas substâncias, mesmo depois de cessada a excitação que a provocou;

FLUORESCÊNCIA

É o fenômeno físico que consiste na emissão de luz de certas substâncias quando excitadas por descargas elétricas, apagando quando cessa a excitação.

Muitas substâncias químicas de nosso solo, quando em contato como ar, causam fenômenos luminescentes, envolvendo também o campo magnético terrestre e campos elétricos, como alguns já descritos anteriormente. Outro fenômeno que ocorre, envolvendo os picos das montanhas, compreende uma bola luminosa de cor vermelha-ígneo, que pula de um pico para o outro.
Poucas explicações cientificas têm sido dadas, no entanto, a este fenômeno.

Conhecemos o poder das pontas em relação à eletricidade. Sabemos também que montanhas contendo minérios de ferro, quando são atingidas por raios, ficam magnetizadas. Também sabemos que os ventos atritam o ar contra os elementos químicos das montanhas e arrancam elétrons, tomando os elementos carregados eletricamente positivos. Se o fenômeno fosse puramente elétrico (como uma descarga para equilibrar a diferença de potencial), teria que se comportar como o raio, causando um relâmpago e um forte estrondo, mas isso não acontece. Por outro lado, sabemos que o solo é condutor e qualquer carga elétrica nas montanhas seria rapidamente neutralizada, eliminando a diferença de potencial elétrico. Um outro fenômeno luminoso também ocorre nas regiões onde há falhas geológicas, permitindo o escape de gases naturais do manto terrestre, que podem se inflamar espontaneamente. Existem ainda outros fenômenos luminosos que ocorrem sobre a superfície do solo para os quais a própria ciência ainda não conseguiu dar explicações plausíveis e que, por falta de nome, simplesmente chamamos de fenômenos da energia telúrica (da Terra).

FOGO FÁTUO OU GASES DO PÂNTANO

Todo corpo orgânico em decomposição emana o gás metano (CH4), que, em concentrações de aproximadamente 25% em mistura com o ar, pode inflamar-se espontaneamente. O fogo fátuo envolve o gás metano de origem animal e os gases do pântano envolvem o gás metano de origem vegetal. No local onde existe a emanação do metano (muito comum nos cemitérios) quando não está ventando, o gás começa a se concentrar. Se o tempo estiver relativamente quente (noites de verão), de repente ocorre a combustão espontânea. Se houver uma pessoa relativamente perto, ela verá durante um período de tempo muito curto uma chama azulada de 2 a 3 metros de altura, que emite luz e calor, e ouvirá o barulho característico de uma pequena explosão abafada. Se a pessoa estiver no meio dos gases, certamente vai sofrer queimaduras na hora da combustão. O fenômeno ocorre de dia e de noite, mas por emitir uma luz de pequena intensidade, só é visível à noite. Uma pessoa muito mística, que não conhece esse fenômeno, se estiver em um cemitério após a meia-noite, quando acontecer uma explosão do fogo fátuo, se não morrer de parada cardíaca, certamente passará o resto da vida jurando que viu um fantasma! Há registros de muitos incêndios em matas que tiveram início em gases do pântano. Hoje, muitas pessoas estão utilizando o gás metano, obtido pela decomposição do lixo, como uma fonte de energia alternativa.

PROTOZOÁRIOS NOCTILUCÍDEOS

Existe um grupo de protozoário da ordem dos dinoflagelados, classe dos mastigóforos, de dois milímetros aproximadamente, caracterizados pela fosforescência, observada à noite nos mares e nas praias. À distância, pode confundir.

ÁRVORES LUMINESCENTES

Existem algumas árvores que na presença de certos campos eletromagnéticos se tornam luminescentes, sem afetar a vida delas. Pelo menos três delas já são conhecidas: o azevinho (ou azevinheiro ou azinheira), o assa-peixe (ou cambará-guaçu) e o terebinto. O fenômeno é conhecido como fogo da aldeia. Durante a noite, quando a árvore se torna luminescente, a sensação visual é que ela está pegando fogo. No dia seguinte, ao examinar a árvore, aparentemente nada aconteceu. O fenômeno já foi reproduzido em laboratório com o auxílio de geradores de campos eletromagnéticos.

IMPACTOS E PRESSÕES

Existem certos tipos de rochas que ao serem atingidas por meteoros, ou receberem algum tipo de pressão, como por exemplo, o movimento das placas tectônicas, ou terremotos, podem emitir gases quentes e ionizados, ou que se inflamam espontaneamente em contato com o ar, ou simplesmente podem gerar fenômenos luminosos e também emitir radiofrequência que causa interferência eletromagnética. A gnaisse, que é composta basicamente de feldspato, quartzo e mica, é uma dessas rochas. O diabásio, que é uma rocha preta ou esverdeada, é outra. Normalmente geram o fenômeno em falhas geológicas. Podem confundir facilmente.

Existem certos tipos de cristais que ao serem comprimidos geram faíscas elétricas.

O Dr. Brian Preire, dos EUA, e o professor Michel Persinger pegaram um bastão de granito e o submeteram a uma enorme pressão. Ao explodir, ficou documentado a emissão de gases ionizados e luminosos (pequenas bolas de luz) e uma intensa emissão de radio-frequência.

AVES EM MIGRAÇÃO

Quando as aves migram em grandes quantidades, podem até ser detectadas por radar. Dependendo do tipo de formação que existe, podem tomar uma forma que lembra um disco voador.

ARTIFICIAIS

BALÕES

Os balões solares, os balões juninos, os balões infantis (bexigas), os balões de propaganda, os balões tripulados ou dirigíveis (Zepelim) e os balões de estudos atmosféricos, dependendo da altura, da distância, da reflexão da luz solar, da cor, da intensidade luminosa e do ângulo visual podem facilmente ser confundidos com discos voadores. Alguns balões especiais de estudos atmosféricos, de grandes dimensões, atingem uma altura elevada na atmosfera, e logo após o por do Sol e pouco antes do amanhecer, mesmo ainda de noite, podem facilmente refletir a luz solar, causando o engano. Alguns balões atingem a altitude de 45.000 metros. Outros, utilizados em propaganda, são fixos por corda e são iluminados por dentro com uma pequena lâmpada ou do solo por potentes holofotes. Devido ao vento, o observador verá evoluções muito similares às atribuídas ao fenômeno UFO.

AERONAVES

Aviões, helicópteros, asas-delta, planadores, ultraleves e outros, dependendo da distância e principalmente do ângulo visual, podem confundir os leigos. Durante a noite, mesmo em distâncias pouco acima de trinta quilômetros, quando vindo de frente, com os faróis acesos confundem facilmente.

EXPERIÊNCIAS COM ARMAS SECRETAS

Sem a menor sombra de dúvida, os governos dos países mais desenvolvidos, desenvolvem veículos secretos aéreos cada vez mais modernos, normalmente para fins bélicos. Para experimentar esses veículos é necessário fazê-los voar em algum lugar, quando às vezes são flagrados por algum fotógrafo. Como as formas desses veículos são diferentes das convencionais, acabam sendo confundidos com discos voadores. Em análises de fotos antigas de supostos UFOS, algumas mostram veículos militares que hoje são bastante conhecidos, mas que, antigamente, eram secretos.

LANTERNAS EM PIPAS

É muito comum um garoto fazer uma pequena lanterninha (ou várias), a qual é feita com cartolina e papel de seda, tendo em seu interior um pedaço de vela acesa, a qual é pendurada na linha de uma pipa. Lá no alto, de acordo com o vento e as manobras realizadas pelo empinador da pipa, podemos ver algo parecido com uma sonda ufológica. Também são usadas garrafas plásticas, tipo PET, as quais são cortadas ao meio, com uma vela acesa no gargalo, com as laterais da garrafa protegendo a chama.

FOGOS PIROTÉCNICOS

Pelo emprego de produtos químicos, tem sido desenvolvidos fogos de artifício cada vez mais modernos, para diversos usos, normalmente para fins de espetáculos visuais. Os baloeiros normalmente utilizam esses produtos em seus balões para os efeitos luminosos noturnos. Temos também as pistolas de sinalização, utilizadas pela Forças Armadas, que lançam a certas alturas uma pequena bola química, que quando queima emite uma forte luz, caindo lentamente com o auxílio de pequenos pára-quedas.

PARAPSICOLÓGICOS

EFEITOS PARAPSICOLÓGICOS

Dentro da Ufologia e também da parapsicologia, tem sido pesquisados alguns raros casos de pessoas que conseguem emitir uma energia mental, a ponto de causar efeitos físicos, às vezes luminosos, no ambiente. Também podem sensibilizar uma chapa fotográfica com vários tipos de imagens, utilizando somente a energia mental. Sabemos que a força da mente é fantástica e não existem fronteiras para sua manifestação. A própria ciência já admite muitos fenômenos que a mente realiza, sem uma explicação científica. No entanto, ainda levará muitos anos para que a ciência consiga explicar que tipo de energia é utilizada pela mente para causar esse fenômeno.

FRAUDES FOTOGRÁFICAS E VIDEOGRÁFICAS

Até 1960, a fotografia era considerada a melhor prova da existência dos discos voadores. Mas, se a técnica fotográfica evoluiu, também as técnicas de fraudar evoluíram, e muitas destas técnicas fraudulentas foram descobertas, além de erros de interpretação de um fenômeno qualquer conhecido. Infelizmente, em tudo onde existe o ser humano, existe também a fraude. A Ufologia não é exceção, o que, consequentemente, leva as fotografias ao descrédito popular.

Temos uma estimativa de aproximadamente 50.000 fotos de discos voadores que circulam no meio ufológico, mas as pesquisas revelaram que aproximadamente 90% (alguns pesquisadores encontraram até 95%) nada tem a ver com o Fenômeno UFO. Por ser uma porcentagem muito alta, as fraudes e os erros de interpretação fazem parte de um capítulo único na Ufologia, onde sofisticadas análises e equipamentos especiais são imprescindíveis para se ter um alto grau de confiabilidade no resultado, seja ele positivo ou negativo. Existem dois tipos de fraudes fotográficas: a inconsciente e a consciente. A inconsciente, ou sem má-fé, é aquela em que a pessoa crê ter fotografado um disco voador, visível ou invisível na hora da foto. Visível quando envolve algum evento físico ou luminoso na atmosfera e observado pelo fotógrafo, e invisível quando não é observado pelo fotógrafo e só aparece após a revelação da foto. A consciente, ou com má-fé, é aquela preparada pelo fotógrafo, através dos vários processos técnicos que a fotografia permite. Essa é mais perigosa, porque normalmente o autor da fraude insiste em manter sua história, com isso dividindo a opinião pública que acompanha a Ufologia, tomando-a mais polêmica do que normalmente é.

As razões que levam uma pessoa a fraudar fotos de discos voadores e publicá-las como autênticas são as mais diversas:

– Simples deboche da pesquisa ufológica (ou dos Ufólogos);
– Simples brincadeira entre os amigos;
– Teste para verificar a eficiência dos Ufólogos;
– Prestígio entre os amigos e Ufólogos;
– Interesses monetários, quando se vende os negativos para veículos de comunicação, etc …

ALGUNS TRUQUES FOTOGRÁFICOS

Dentre os truques fotográficos mais comuns, usados com má fé para falsificar fotografias ufológicas, encontram-se as técnicas de fotomontagem e dupla exposição, retoques em positivos (fotos) e negativos, mancha química no negativo, suspensão de pequeno modelo à frente da câmara (normalmente pendurado por fios finos), objetos arremessados para o ar e fotografados a seguir, pinturas em vidros com posterior fotografia sobre um quadro real, exposição demasiada do filme sobre objetos comuns em movimento, efeitos com luminárias, efeitos com raios laser, reflexos em lentes (da câmara), reflexos em vidros e janelas, eventos e máquinas aéreas comuns, manufaturadas (balões, objetos tripulados, aves, armas secretas em teste), eventos ou fenômenos de ordem astronômica (satélites, meteoritos, astros, planetas), fenômenos atmosféricos e climáticos (nuvens lenticulares, camadas de inversão térmica, aurora boreal ou austral, nuvens noctilucentes, relâmpagos incomuns, fenômeno Parélio, fogo de Santelmo, Parasselênio, fogo fátuo, energia telúrica, etc…), efeitos parapsicológicos, fogos pirotécnicos e diversos outros fenômenos.

Para que se conheça realmente algo mais aprofundado sobre fotografia ufológica, reconhecendo e separando o verídico do duvidoso, do falso ou do suspeito, é necessário uma abordagem resumida sobre cada um dos efeitos ou fenômenos que podem levar, voluntária ou involuntariamente, alguém a obter uma foto ufológica inverídica. Após tal análise, passaremos a expor quais os cuidados necessários que se deve tomar no trato de fotografias ufológicas e quais as técnicas usadas e recomendadas ao ufólogo, ou ao leigo, para certificar-se da validade ou não de um determinado retrato.

FOTOMONTAGEM E DUPLA EXPOSIÇÃO

Este fenômeno ocorre quando o fotógrafo obtém uma foto de uma paisagem qualquer, normalmente tendo árvores focalizadas da metade para baixo e o céu limpo da metade para cima. Nesse quadro ele bate a foto de um modelo com forma discóide, tendo somente o céu limpo como fundo. O fotógrafo utiliza 2 fotos por problemas de foco: uma quando o ambiente está longe e outra quando o objeto está perto. Depois de revelar os dois negativos, devidamente posicionados, as duas imagens são sobrepostas no mesmo papel fotossensível, tendo como resultado o ambiente e o modelo focalizados na mesma foto.

Essa técnica também é usada utilizando-se as 2 fotos iniciais em slides, projetando os dois em uma única tela ao mesmo tempo, utilizando-se de 2 projetores. Após posicionar as 2 imagens corretamente. Outro processo é o de dupla exposição no mesmo negativo quando a pessoa fotografa o ambiente e depois o objeto em cima de um único negativo. Após a revelação tem-se a foto do conjunto. O técnico de laboratório fotográfico, tendo bons equipamentos em mãos, usando a imaginação e a habilidade na construção de modelos, pode conseguir resultados surpreendentes. Um simples buraco oval em um cartão, colocado no ampliador fotográfico e projetado fora de foco no papel fotossensível, pode conseguir o resultado de uma foto que facilmente pode passar como um disco voador luminoso, fotografado à noite contra o céu escuro. A análise da granulação, das sombras e dos negativos permite, no entanto, detectar esse tipo de fraude.

RETOQUES NAS FOTOS E NOS NEGATIVOS

A pessoa faz uma foto qualquer, previamente preparada. Logo após ter a foto revelada, ela faz um desenho sobre a foto ou a retoca (uma nuvem, por exemplo) e em seguida bate uma foto da foto retocada. Na Ufologia temos um caso em que uma pessoa colocou um botão sobre a foto e pintou a sombra no solo, depois bateu outra foto do conjunto. A foto original foi feita de dentro de um avião e, com a sobreposição do botão, parece uma nave voando e projetando a sombra no solo. A análise do negativo também é importante, porque com o auxílio de um pequeno estilete ou um simples alfinete, uma pessoa pode rasurar a película gelatinosa do filme, ou até furar, causando efeitos curiosos. O próprio processo de revelação automática, às vezes, rasura acidentalmente os negativos na hora da revelação. Em laboratórios com processos manuais, a marca da pinça que o técnico usa para mudar o filme de um produto químico para outro, às vezes, chega a riscar a película com uma forma discoidal bem sugestiva. A análise do negativo, da foto e da granulação pode detectar a rasura.

MANCHA QUÍMICA NO NEGATIVO

Nos laboratórios onde normalmente são reveladas as fotos, é muito comum algum tipo de produto químico respingar, acidental ou propositalmente, sobre o negativo e causar uma mancha redonda ou oval. Numa foto aparece um lindo disco voador. Como é conhecido no meio ufológico que o disco voador tem a capacidade de, às vezes, ser invisível ao olho humano (embora detectado pela emulsão fotossensível do filme), a pessoa que não viu nada de anormal na hora da foto, e após a revelação vê impressa na sua fotografia uma imagem sugestiva, passa a acreditar que inesperadamente fotografou um disco voador. A análise do negativo detecta qualquer tipo de mancha de produtos químicos.

OBJETO SUSPENSO POR UM FIO

Normalmente, nesse caso, a pessoa fabrica um pequeno modelo com material leve, ou utiliza um objeto conhecido como tampa de panela, bacia, calota de automóvel, bandeja, prato de papelão, etc…, que é fixado por um fio de linha fina, ou de cor azul celeste, e pendurado em um suporte qualquer. A análise do foco e das regulagens da máquina fotográfica é importante para a determinação deste caso.

OBJETO JOGADO PARA O AR

Os mesmos objetos descritos no item anterior podem ser jogados para o ar e fotografados. Normalmente a pessoa faz uma série de fotos deste tipo e só seleciona as melhores para divulgação. A análise das regiões tremidas na foto é importante, porque teremos o ambiente sempre fixo e o objeto sempre em movimento. O fotógrafo pode deixar a máquina fixa ou acompanhar o movimento do objeto. Consequentemente, o ambiente ou o objeto terá as bordas levemente distorcidas, ainda mais, levando-se em conta que o objeto é pequeno e está relativamente próximo da máquina fotográfica. A ampliação de uma dada foto de disco voador permitiu identificar que esta não era de um disco realmente, mas um disco fonográfico, onde se via o selo do produtor e o furo central…

PINTURAS EM VIDRO

É comum a pessoa desenhar um disco voador em uma placa de vidro plana e incolor. Ela escolhe um a ambiente qualquer de fundo e coloca o vidro entre a máquina fotográfica e o ambiente. Assim se faz a foto. As análises da foto, do negativo e do local são imprescindíveis neste caso. Analisem bem o foco, pois provavelmente o ambiente estará em foco e o “disco voador” não, ou vice-versa.

TEMPO DE EXPOSIÇÃO LONGO EM OBJETOS COM MOVIMENTO

Neste caso, a pessoa fixa a máquina fotográfica em um tripé e dá um tempo de exposição longo (1 a 20 s), sobre um objeto em movimento, tendo o ambiente de fundo fixo. O objeto pode ser um avião, um balão, uma ave, um meteoro, etc… Nas fotos diurnas há necessidade de filtros atenuadores de luz devido ao tempo de exposição, que pode velar totalmente o filme. A análise das características da foto e da máquina permitem qualificar corretamente os efeitos utilizados.

EFEITOS COM LUMINÁRIAS

Utilizando os recursos da máquina fotográfica, variando as regulagens, principalmente tendo a fonte de luz totalmente fora de foco, pode-se obter efeitos surpreendentes, conforme o ângulo utilizado. A análise das características deste tipo de foto e da máquina fotográfica usada determina os efeitos utilizados. O formato do diafragma interno da máquina também é verificado.

EFEITOS COM RAIOS LASER

Pequenos modelos em acrílico, quando iluminados por raios laser, causara efeitos interessantes. Também a luz do laser, retratada sobre um painel por prismas óticos, causa efeitos luminosos que podem facilmente ser registrados em fotos. O processo atual de holografia permite até se projetar imagens tridimensionais em um dado ambiente.

REFLEXO NAS LENTES DA OBJETIVA

As lentes da objetiva da máquina fotográfica normal podem ter até 7 tipos diferentes de aberrações óticas, sendo a mais comum a aberração esférica que forma um halo colorido ao redor da imagem, e a aberração “coma” ou “cauda de cometa”, que forma uma imagem luminosa simétrica em relação a um foco de luz intenso. Normalmente, ocorrem reflexões luminosas nas várias lentes da objetiva da máquina que acabam atingindo o filme com uma característica própria. Esse tipo de reflexo não é visível na hora da foto e só aparece após a revelação. Esse efeito acontece normalmente com tempos longos de exposição, máquina com tripé, diafragma totalmente aberto, foco infinito, ambiente com um ou vários focos de luz intensa (Sol ou holofotes) da metade da foto para baixo, ou tendo da metade para cima da foto o céu quase sempre escuro. De acordo com o ângulo visual do foco de luz intensa, a aberração do tipo coma terá as mais diversas formas: redonda, cilíndrica, oval, etc… A análise da foto envolvendo a simetria, as aberrações e as cores das fontes de luz permitem, facilmente, identificar tratar-se ou não de um simples reflexo.

REFLEXOS EM VIDROS DE JANELAS

O simples reflexo de uma luminária acesa em um vidro liso e incolor de uma janela, tendo um ambiente qualquer como fundo, pode mostrar em uma foto a forma típica discoidal. A análise do local neste caso é importante.

FILMAGENS

Nas filmadoras também podem acontecer acidentes e fraudes. O engano mais comum é pequenos insetos ou pequenas partículas que passam em alta velocidade perto da objetiva da máquina, quando o foco está para o infinito. Esses acidentes ficaram conhecidos como “rods”, ou simplesmente bastões ou bastonetes. É fácil verificar, pois o ambiente estará em foco e o “rod” estará fora de foco.

Podemos reproduzir isso facilmente através da obliteração solar, o que consiste em fixar a filmadora em um tripé e virar na direção do Sol, tomando o cuidado de esconder o Sol com o auxílio do bico do telhado de uma casa, uma árvore, etc…

ANÁLISES FOTOGRÁFICAS E VIDEOGRÁFICAS

Dentro da questão ufológica, deve-se utilizar todos os instrumentos disponíveis para se obter melhor quantidade de informações sobre a origem e natureza das naves que insistentemente são flagradas cruzando os céus do planeta. Entretanto, os vestígios de suas passagens considerados como “matéria prima” da Ufologia são raros. Entre esses vestígios, as fotografias e as filmagens são uma das melhores fontes de informação sobre tais civilizações que nos observam tão ininterruptamente, desde que bem interpretadas.

Após vários anos de pesquisa da problemática que envolve o fenômeno Ufológico, já não temos qualquer dúvida de sua existência real. Porém, após todos estes anos, também pudemos concluir que muita coisa que se publica na imprensa nacional e internacional, a respeito do assunto, corresponde a fatos sensacionalistas, imediatistas e, até mesmo (às vezes, até muito freqüentemente), falsos. Destes fatos, normalmente apresentados como verídicos e, até mesmo, defendidos por seus protagonistas, as fotografias ufológicas têm sido uma fonte especial de surpresa em nossas pesquisas. A fotografia é uma invenção relativamente recente, tendo sido criada no inicio do século 19, recebendo constantes melhorias e aperfeiçoamento desde então. As fotografias ufológicas, no entanto, começaram a surgir bem mais recentemente, tão logo o invento passou a tomar-se popular e, quanto mais usado mundialmente, ao longo da história fotográfica, tanto maior é o número de fotos ufológicas que passam a compor os arquivos especializados em todo o globo.

Logo no início do século, em 1907, foi realizada em Basle, Suécia, a primeira foto ufológica de que se tem notícia, retratando uma bola luminosa, de diâmetro estimado em cerca de 3 metros, cuja origem ainda não foi totalmente esclarecida. Alguns pesquisadores relacionam essa foto com o evento conhecido no folclore brasileiro com “M’ Boi Tatá” ou “Mãe D’ouro”, provavelmente uma pequena nave que normalmente tem em seu interior dois ou três ufonautas (tripulantes dos UFOS) de aproximadamente um metro de altura. Outros pesquisadores acreditam que a foto está ligada a um fenômeno de origem parapsicológica, envolvendo uma formação plasmática. Há, ainda, outros que acreditam tratar-se de um simples defeito na emulsão fotográfica. Como não tivemos acesso ao negativo original da foto, nada podemos dizer sobre o que, realmente, mostra a foto em questão.

Há quem diga que a primeira foto de um UFO foi realizada no fim do século passado.

Após a Segunda Grande Guerra Mundial, as indústrias de máquinas fotográficas desenvolveram modelos mais práticos e acessíveis ao público, possibilitando o surgimento de grande quantidade de fotografias de discos voadores. Fotografar um disco voador é apenas uma questão de estar com a máquina fotográfica no local e hora certa, juntamente com uma boa dose de sorte, no entanto.

Idem para as filmagens, que atualmente, nos últimos anos, as pessoas tiveram mais acesso, e consequentemente, hoje ocorrem mais filmagens do que fotos.

CUIDADOS NAS ANÁLISES FOTOGRÁFICAS

Todo pesquisador da temática ufológica, esteja ele especificadamente trabalhando com fotografias de UFOS ou não, deve considerar uma série de cuidados básicos ao trabalhar com tais fotografias. Esse capítulo da pesquisa ufológica representa, devido à variedade de condições e características do material usado, um dos quais o ufólogo deve tratar com o maior cuidado, em virtude do surgimento de eventuais falhas técnicas em análises, mesmo que cautelosamente executadas. Como todo esforço e atenção em cada detalhe são imprescindíveis para que se obtenha bons resultados analíticos, qualificativos e quantitativos, sugerimos aos estudiosos do fenômeno UFO que tomem os seguintes cuidados:

– Examinar a foto e o respectivo negativo;

– Examinar as fotos e também os negativos realizadas antes e depois da foto em questão;

– Examinar a máquina fotográfica, a lente objetiva, o campo visual, a sensibilidade do filme, regulagens como velocidade, abertura, foco, etc;

– Examinar os acessórios utilizados, como pára-sol, filtros especiais, flash, etc;

– Examinar o local onde foi obtida a foto, verificando a posição do Sol, o horário, as sombras, etc…, durante a exposição;

– Tomar o depoimento do autor da foto com o máximo de detalhes;

– Com todos os dados em mãos, deve-se fazer os cálculos de ótica, verificando se coincidem com a foto e o depoimento do fotógrafo. Certamente será necessário o uso de equipamentos auxiliares para as análises de granulação de imagem;

– Se o pesquisador não conhece as técnicas fotográficas, em profundidade, é aconselhável pedir auxilio a um especialista;

– Cuidados similares devem ser tomados em relação às filmagens.

ANALISADORES DE IMAGENS DISPONÍVEIS

Em um laboratório fotográfico, temos que dispor de vários equipamentos necessários às análises das fotos. No mínimo, precisamos de um bom ampliador para “closes” do objeto. Revelações especiais com subexposição e superexposição, associadas com filtros padrões, permitem realçar alguns detalhes de fotos em análise. Um bom microscópio também permite analisar detalhes de granulação do filme, verificando casos de dupla exposição, manchas químicas, retoques no negativo, etc…
Existem outros equipamentos que têm função específica em tipos de análises especiais, mas sem dúvida, o melhor equipamento é o analisador de imagens computadorizado.

Através de uma câmara comum de TV, a imagem da fotografia é convertida em um sinal de vídeo; a seguir, os pulsos elétricos do sinal de vídeo são convertidos em linguagem de computador pelo digitador. O computador recebe os sinais do digitador e converte tal informação elétrica em pequenos microquadrados chamados “pixels”. O número de pixels será proporcional à capacidade do computador. Por exemplo, podemos dividir o eixo horizontal em 800 colunas e o eixo vertical em 600 linhas, obtendo 480.000 pixels. Cada pixel terá o seu valor de tonalidade cinza correspondente à cor original da foto. Normalmente os tons de cinza são divididos em 256 partes, desde o 0 (máximo preto) até o 255 (máximo branco). Todos esses valores são registrados na memória do computador, formando uma falsa matriz tridimensional. Através de programas apropriados podemos comparar os tons de cinza de um pixel com os tons de cinza dos pixels adjacentes, ou mesmo trabalhar com esses tons de cinza matematicamente.

As sub-rotinas utilizadas normalmente são:

– Supressão de contraste;

– Expansão de contraste;

– Realce das bordas;

– Filtragem especial;

– Fatoração das bordas ponto-a-ponto;

– Alta resolução (Laplace).

Esses programas de computador, nas análises das imagens das fotos, permitem visualizar detalhes que normalmente são invisíveis a olho nu. O olho humano vê muito bem os altos contrastes, mas não vê os baixos contrastes. Os programas permitem verificar, por exemplo, se o objeto é ou não tridimensional, se tem luz própria ou se reflete a luz solar, se tem algum fio fino de sustentação, se a iluminação é regular ou irregular, quando comparada como ambiente, se a imagem tem consistência ou não, etc… O programa mais importante é a fatoração da borda ponto-a-ponto, pois permite determinar a distância e o tamanho do objeto. Quanto mais distante está o objeto, maior será a quantidade de ar entre o objeto e a máquina fotográfica. Essa “parede” de ar é registrada na foto em baixo contraste, a qual denominamos de distorção atmosférica, que não é perceptível a olho nu.
Com o computador podemos realçar esses detalhes, sendo possível calcular a distância do objeto e, consequentemente, seu tamanho, inclusive com uma precisão relativamente alta.

Em todas as partes do mundo, os órgãos oficiais e centros de estudos que utilizam métodos científicos nas análises dos eventos ufológicos e fotografias de discos voadores encontraram uma grande porcentagem de ocorrências que nada tem a ver com esse grande enigma, e sim com fraudes e erros de interpretação. Mas o mais importante é que restam milhares de casos que a ciência não consegue explicar, que se enquadram perfeitamente dentro do fenômeno global dos UFOs. Essa porcentagem, ainda que pequena, aplicada ao número de casos ocorridos em todo o planeta, representa uma quantia muito grande.

Um único caso totalmente comprovado já seria suficiente, mas temos inúmeros eventos que realmente vêm testemunhar a existência de naves e seres que dominam uma avançada tecnologia espacial jamais sonhada pelo homem, naves que desafiam todas as leis da física aerodinâmica conhecidas por nós. A origem desses objetos com seus tripulantes, o que eles estão fazendo na Terra, o que eles querem de nós e outras tantas perguntas da Ufologia ainda estão longe de serem respondidas.
Existem muitas teorias e hipóteses que procuram explicar o fenômeno, mas só através de um trabalho sério e científico chegaremos a atingir seu conhecimento. Os computadores, nas análises das fotos dos discos voadores, também conseguiram identificar objetos de grandes dimensões, a grandes distâncias da máquina fotográfica, com formas não convencionais e de origem desconhecida. Objetos voadores de 3, 30 e até 100 metros de diâmetro, de forma discoidal.

Nesses 55 anos de pesquisas científicas, através das análises de eventos ufológicos, pela descrição das naves e dos ufonautas pelas testemunhas, pelas várias informações que as testemunhas ou vítimas disseram serem revelações desses humanóides, chegamos à conclusão mais provável de que representam civilizações de origem extraterrestre, de fora do nosso sistema solar procedentes de outros sistemas estelares, da nossa imensa galáxia, a Via Láctea (ou de outras).

A maioria dos astrônomos admite presentemente a existência de vida em outros sistemas estelares, tanto que gastam fortunas em projetos que envolvem inúmeros radiotelescópios, na esperança de que dentro em breve possamos receber um sinal inteligente de algum local distante do Cosmo, apenas para confirmar que não estamos sós neste imenso Universo !

CÓDIGO DE ÉTICA DO UFÓLOGO

Caros Companheiras e Companheiros

Esta é uma segunda tiragem eletrônica do Código de Ética do Ufólogo (CEU), baseada na terceira tiragem de 1997 e na primeira tiragem eletrônica da BURN, em 2001. Já aqui foram realizadas algumas modificações e o lançamento desta na Internet tem o intuito de facilitar a todos ter uma copia para estudos, análise e apresentação de suas sugestões, cada uma destas com a devida justificativa. Sugestões para codigodeetica@terra.com.br

Obrigado.

São Paulo, março/02

CÓDIGO DE ÉTICA DO UFÓLOGO

Aprovado pela Resolução ANUB n.º……/…..

CAPÍTULO I
DOS OBJETIVOS

Art. lº – O Código de Ética do Ufólogo tem por objetivo fixar normas de conduta para os estudos, pesquisas, análises e divulgação no campo da Ufologia.
Art. 2º – Entende-se por Ufologia, o estudo, a pesquisa e a análise do aparecimento de objetos, máquinas ou luzes, no céu, na terra e nas águas, seus movimentos, reações, formas e efeitos produzidos, de origem não terráquea ou sem um fator ou processo físico, químico ou psicológico conhecidos, bem como é o estudo e a análise do comportamento e das formas de atuação sobre os Seres deste planeta, por parte dos Seres ou Inteligências que dirigem ou mantém sob controle, aqueles objetos, máquinas ou luzes.
Parágrafo único – Para fins deste artigo, compreende-se como objetos e máquinas os denominados popularmente como Disco Voador (DV), UFO (Unidentified Flying Object), Objeto Voador Não Identificado (OVNI), Objeto Submarino Não Identificado (OSNI), Nave Extraterrestre (NAVEX) e outras e quanto aos Seres e Inteligências que os dirigem, são denominados de ETs, Seres Extraterrestres, Alienígenas, Ufonautas, Irmãos Cósmicos e outros.

CAPÍTULO II
DOS DEVERES E DAS RESPONSABILIDADES

Art. 3º – Os deveres e responsabilidades do Ufólogo compreendem, além das pesquisas e da divulgação ufológicas:
a) dignificar, através de seus atos, a pesquisa ufológica tendo em vista a elevação moral ética e profissional da classe;
b) aplicar todo o zelo e diligência, bem como seus conhecimentos, em prol da Ufologia;
c) respeitar as leis do País, este Código de Ética, o Estatuto, o Regimento Interno e demais normas da Associação Nacional dos Ufólogos do Brasil – ANUB;
d) defender os ideais da ANUB e trabalhar para o seu desenvolvimento;
e) observar os ditames da ciência e da técnica, servindo à sociedade em geral;
f) exercer a profissão mantendo comportamento digno e ético, dentro e fora da
pesquisa e divulgação ufológicas;
g) respeitar as idéias e as atividades de seus colegas e as de outros pesquisadores em áreas correlatas ou que sejam áreas de interesse ufológico, independente de filosofia ou linha de ação;
h) ser leal e solidário, sem conivência com erros que venham a infringir a ética e as disposições das instituições ufológicas;
i) atender testemunhas ufológicas e pessoas envolvidas no caso ufológico, sem qualquer discriminação em relação à raça, prestígio, autoridade, credo ou situação econômica;
j) manter atualizados os conhecimentos profissionais e culturais, em especial no campo da Ufologia e necessários ao pleno desempenho de suas atividades ufológicas;
k) apontar falhas nos regulamentos e nas normas de instituições ufológicas quando as julgar indignas para a pesquisa e a divulgação ufológica ou prejudiciais às testemunhas devendo, nestes casos, encaminhar representação, devidamente documentada, à ANUB;
l) propugnar pela harmonia na classe dos Ufólogos;
m) guardar sigilo no desempenho de suas atividades ufológicas, quando a pesquisa assim o exigir, bem como orientar seus auxiliares principiantes, nesse sentido;
n) não remeter informações confidenciais a pessoas ou a instituições que não estejam obrigadas a sigilo por Código de Ética ou por legislação específica;
o) colaborar eficientemente para a divulgação da pesquisa ufológica no Brasil e em outras nações;
p) não ultrapassar os limites de sua compreensão, de suas atribuições e de sua competência, buscando, se for o caso, o apoio e/ou a orientação profissional de outro pesquisador ufológico;
q) assumir a responsabilidade pelos seus atos praticados e não atribuir seus erros ou malogros a outrem, à equipe ou à instituição ufológica;
r) cumprir e fazer cumprir este Código de Ética.

Art. 4º – Cumpre ao Ufólogo:
a) preservar o respeito e a integridade de suas atividades, fundamentado na dignidade das pessoas e nas pesquisas ufológicas sob todos os aspectos;
b) considerar que o seu comportamento irá repercutir nos juízos que se fizerem sobre a classe dos Ufólogos;
c) manter-se atualizado sobre as pesquisas e padrões que constantemente são adotados nas atividades ufológicas, e colaborar para o aperfeiçoamento dos mesmos;
d) inteirar-se de todas as circunstâncias possíveis do caso ufológico, antes de emitir seu parecer ou ajuizar sobre tal caso;
e) evitar críticas e/ou denúncias contra outro pesquisador, sem dispor de elementos comprobatórios;
f) combater as atitudes que venham a denegrir as atividades de pesquisador e divulgador da Ufologia;
g) evitar comentários desabonadores sobre a administração do colega que vier a substituir, nas instituições ufológicas;
h) abster-se de entendimentos tendenciosos ou de discussão com pesquisadores que adotam outras técnicas, desde que tais pesquisas ou divulgação das mesmas não atentem contra este Código de Ética;
i) não fazer da Ufologia uma profissão de fé e muito menos torná-la cientificista, mas sim tê-la como um campo de pesquisas destinadas ao esclarecimento do público e de aprendizado para si próprio, sob todos os aspectos;
j) sempre que possível, auxiliar outros colegas através de orientações e/ou com o fornecimento de material ufológico;
k) prestigiar as instituições ufológicas contribuindo, sempre que solicitado, para o sucesso de suas iniciativas em proveito da coletividade;
l) cooperar com os órgãos e pessoal das áreas governamentais envolvidos nos problemas de cunho ufológico.

Art. 5º- Todo Ufólogo tem por obrigação conhecer, além dos princípios básicos e técnicos de pesquisas na área da Ufologia, pelo menos Astronomia, Parapsicologia e Exobiologia, bem como o manuseio dos principais instrumentos, máquinas e objetos utilizados durante tais pesquisas.

CAPÍTULO III
DAS PROIBIÇÕES

Art. 6º – Não se permite ao Ufólogo, no desempenho de suas atividades de estudo, pesquisa, análise e divulgação de casos ufológicos:
a) praticar, direta ou indiretamente, atos que comprometam a dignidade e o renome do pesquisador ou da Ufologia em si;
b) indicar pesquisador sem capacidade, habilidades, habilitação ou sem experiência, para atividades ufológicas que exijam conhecimentos específicos para tais;
c) expedir ou conceder certificados de capacitação a pessoas que não possuam as devidas qualificações exigidas para o desempenho de atividades ufológicas;
d) assinar documentos que comprometam a dignidade da classe dos ufólogos;
e) violar o sigilo, que tenha sido exigido, do estudo e de pesquisas em andamento;
f) valer-se de influência política ou de qualquer outra natureza, em benefício próprio, quando comprometer o direito do colega ou da classe ufológica;
g) deixar de comunicar infrações éticas de seu conhecimento, na área da Ufologia;
h) deturpar, intencionalmente, a interpretação do conteúdo explícito ou implícito em documentos, obras de cunho ufológico e outros, com o intuito de iludir a boa fé de outrem;
i) fazer comentários difamatórios sobre a classe de Ufólogo ou sobre as instituições ufológicas ou afins.

CAPÍTULO IV
DAS INSTITUIÇÕES UFOLÓGICAS

Art. 7º – Para fins deste Código de Ética, entende-se por Instituições Ufológicas, as Asso-ciações, Institutos, Sociedades, Centros, Grupos, Núcleos, Organizações, Observatórios Astronômicos e outros, de caráter ufológico, que estudam, pesquisam, analisam e divulgam os vários tipos e formas de manifestações de cunho ufológico, conforme o definido no Art. 2º deste Código.
Art. 8º – É da competência da ANUB, através de seu Presidente, fazer as comunicações pertinentes, que sejam de interesse para as instituições ufológicas e afins.
Parágrafo único – Esta atribuição poderá ser delegada, sem prejuízo da responsabilidade solidária do titular.
Art. 9º – É conveniente e necessário, que as instituições ufológicas estejam devidamente registradas nos órgãos competentes e na ANUB.
Parágrafo único – As instruções para tais objetivos deverão ser fornecidas pela ANUB.
Art. 10 – Cabe ainda à ANUB, através de seu representante, devidamente designado para tal fim, realizar visitas e, se o caso, inspeções nas instituições ufológicas – filiadas ou não – com a finalidade de verificar se os trabalhos de pesquisa e divulgação ufológicas estão ocorrendo de acordo com a ética e os princípios ufológicos.
Art. 11 – Cabe ao dirigente da instituição ufológica e ao infrator, a responsabilidade pelas infrações éticas cometidas em nome da respectiva instituição.
Art. 12 – As instituições ufológicas deverão permutar entre si e com as afins, informações e material de pesquisa em geral, para incrementar seus estudos e pesquisas, bem como para a divulgação da Ufologia.
Art. 13 – As instituições ufológicas poderão inserir em suas revistas, boletins e informativos, propagandas e anúncios de terceiros, desde que tais publicações não venham ferir aos princípios e à ética da Ufologia.
Art. 14 – É dever das instituições ufológicas prestigiar as instituições profissionais, científicas e as instituições em geral que estejam colaborando para a pesquisa ufológica e/ou para o aprimoramento da Ufologia.
Art. 15 – Constitui infração ética, além das já previstas neste Código:
a) servir-se da instituição ufológica para promoção própria ou para vantagens pessoais;
b) prejudicar, moral ou materialmente, a instituição ufológica ou entidades afins;
c) desrespeitar instituições ufológicas ou entidades afins, injuriar ou difamar os seus dirigentes ou associados;
d) prestar informação inverossímil ao público em geral, em nome da instituição ou através de seu associado;
e) deixar de comunicar, por escrito, à ANUB, infrações cometidas por quaisquer associados da instituição e que digam respeito à Ufologia.

CAPÍTULO V
DAS PESQUISAS UFOLÓGICAS

Art. 16 – O Ufólogo deve, quanto às pesquisas ufológicas, observar as seguintes normas, sem prejuízo das ditadas em outros Capítulos e Seções deste Código de Ética:
a) ter a consciência de que está devidamente preparado para dar início a uma pesquisa ufológica;
b) ter a consciência de que através de uma pesquisa ufológica realizada com observância das normas e das técnicas que regem a ciência da Ufologia e uma vez constatado o fato ufológico, as informações e o conhecimento obtidos poderão vir a modificar as estruturas política, econômica, financeira, religiosa, social e filosófica do planeta;
c) lembrar que se uma pesquisa ufológica for realizada fora das citadas normas e técnicas de pesquisa, sem a devida experiência e sem os conhecimentos, capacidade, habilidade e habilitação mínima exigidos, a divulgação de seus resultados poderá vir a desacreditar a própria Ufologia;
d) ter em mente que, através de uma pesquisa ufológica bem conduzida e dentro dos preceitos para esta finalidade, é que se irá ter um conhecimento maior e uma conscientização do por que das ligações dos Seres de outros orbes com as civilizações deste planeta e mesmo com a própria Terra;
e) traçar o perfil geral do contatado e da testemunha, correlacionando-os com o tipo de fenômeno ufológico implicado;
f) procurar, também através de seus psicopoderes, obter respostas para melhor compreensão do fenômeno ufológico pesquisado.

Art. 17 – Se, por motivos ponderáveis, os trabalhos de pesquisa, no campo ou junto à testemunha ufológica, não puderem ser continuados pelo Ufólogo, este deverá indicar outro colega para substituí-lo.
Parágrafo único – Na hipótese deste artigo, o Ufólogo substituto deverá receber as informações necessárias para dar continuidade à pesquisa.
Art. 18 – Cumpre ainda ao Ufólogo, antes, durante e após a pesquisa ufológica:
a) ser urbano e respeitoso com as pessoas ou com os habitantes da localidade na qual se realiza a pesquisa;
b) fazer constar do relatório das pesquisas ufológicas, se possível, informações quanto ao local e seus habitantes a fim de serem transmitidas a outros pesquisadores e/ou a instituições ufológicas;
c) observar as técnicas para aproximar-se e interrogar as testemunhas e/ou as pessoas da localidade que possam falar sobre a ocorrência do fenômeno ufológico ou outro;
d) ) observar as técnicas para a coleta das amostras ou vestígios ufológicos – provas – para dar continuidade à pesquisa;
e) fotografar e filmar, com a presença de testemunhas, se possível, os vestígios ufológicos antes de removê-los do local;
f) facilitar a participação de outros pesquisadores na pesquisa, quando houver interesse por parte destes, desde que não haja comprometimento dos trabalhos;
g) pesquisar o fenômeno ufológico sob todos os aspectos, se possível, partindo do processo científico ao lógico-filosófico e vice-versa, comprovando ou levantando suas hipóteses e teorias, dentro do devido respeito às demais linhas de pesquisa;
h) procurar traçar os parâmetros e discernir entre as pesquisas científicas, paracientíficas, espiritualistas, exotéricas e místicas realizadas, dentro dos casos ufológicos, comparando os resultados e efetuando as devidas análises;
i) reconhecer os casos pertencentes aos demais campos de especialização encaminhando-os às pessoas habilitadas e qualificadas para a pesquisa do mesmo;
j) divulgar ou comunicar a instituições ufológicas os resultados obtidos em suas pesquisas, se possível;
k) encaminhar as fotografias e filmes de naves ou de luzes que impliquem em dúvida, à instituição ou a perito ufológicos para a devida análise e expedição do respectivo laudo;
l) encaminhar amostras, objetos e animais que estejam ligados ao acontecimento ufológico, às respectivas instituições científicas, para análises e expedição de laudo ou certificado, se a pesquisa assim o exigir;
m) contestar quaisquer informações obtidas das pesquisas ufológicas, realizadas, de acordo com qualquer linha – da científica à logica-filosófica – desde que com a devida justificativa e comprovação;
n) não se deixar envolver pela emoção tendo em vista tratar-se de fenômeno insólito que pode, inclusive, manifestar-se em outras dimensões;
o) orientar com paciência, mas com segurança, os principiantes nas pesquisas ufológicas.

Art. 19 – Constitui infração ética dentro das pesquisas ufológicas, sem prejuízo das demais constantes deste Código:
a) desatender às normas da ANUB e à legislação pertinente às pesquisas em geral e, em especial, pertinente às pesquisas ufológicas;
b) realizar pesquisa em ser humano sem que este ou seu responsável, ou representante legal, tenha dado consentimento, após ser devidamente esclarecido sobre a natureza e as conseqüências da pesquisa;
c) realizar pesquisas em animais que sofreram atuações de cunho ufológico, sem os conhecimentos para tal tipo de pesquisa;
d) realizar pesquisas ufológicas sem habilitação legal nos casos em que é feita tal
exigência;
e) desrespeitar as pessoas ou habitantes da localidade na qual são realizadas as pesquisas ufológicas;
f) reter, abusivamente, provas ufológicas recebidas em confiança, para estudo e
análise;
g) tornar-se moralmente inidôneo para a pesquisa ufológica.

SEÇÃO I
DAS EQUIPES DE PESQUISAS UFOLÓGICAS

Art. 20 – No relacionamento entre os pesquisadores ufológicos da equipe, serão mantidos o respeito e lealdade, bem como a colaboração técnico-científica de acordo com o conhecimento e a experiência de cada pesquisador.
Parágrafo único – O pesquisador ufológico deve ater-se ao que lhe compete na orientação técnica da pesquisa e na padronização do trabalho a ser desenvolvido junto à equipe.
Art. 21 – No caso de atendimento em equipe, o Ufólogo deve esclarecer a testemunha ou o contatado sobre a qualificação profissional de cada membro da equipe, seus papéis e responsabilidades.
Art. 22 – Constitui infração ética do Ufólogo junto à equipe de pesquisa e sem prejuízo das infrações éticas já previstas neste Código:
a) ser conivente em erros técnicos ou infrações éticas;
b) negar, sem justificativa, colaboração a colega no atendimento à testemunha ufológica, em caso de emergência;
c) utilizar-se de serviços prestados por “profissionais liberais” não habilitados legalmente;
d) provocar desarmonia dentro da equipe ufológica.

SEÇÃO II
DOS PESQUISADORES UFOLÓGICOS PROFISSIONAIS LIBERAIS

Art. 23 – Os profissionais liberais que também exercem suas atividades na área ufológica, devem observar, além dos preceitos deste Código, os preceitos dos Códigos de Ética das respectivas profissões liberais, conforme Art. 66 do Capítulo VIII deste Código.
Art. 24 – Os Ufólogos profissionais liberais devem, com relação aos demais Ufólogos, observar as seguintes normas de conduta:
a) ser cordial e prestativo com os Ufólogos que realizam suas pesquisas utilizando-se de diferentes métodos e técnicas para explicar o fenômeno ufológico;
b) procurar informar da maneira mais acessível ao leigo, suas conclusões quanto ao caso pesquisado, se for permissível;
c) permitir, sempre que possível e sem ferir a ética do sigilo, a presença de outros Ufólogos junto à testemunha sob sua responsabilidade;
d) denunciar à instituição ufológica e/ou à ANUB, Ufólogo que exerça atividade de profissional liberal sem a devida habilitação;
e) denunciar aos respectivos órgãos controladores da Ética Profissional, qualquer pessoa que dentro da Ufologia esteja exercendo profissão sem estar devidamente habilitado para tal.

SEÇÃO III
DAS PESQUISAS REALIZADAS JUNTO ÀS TESTEMUNHAS UFOLÓGICAS E A OUTRAS PESSOAS

Art. 25 – Cumpre ao Ufólogo, com relação à testemunha ufológica ou à pessoa pesquisada e sem prejuízo do disposto no Capítulo II – Dos Deveres e das Responsabilidades:
a) tratar a testemunha ufológica ou a pessoa pesquisada, com respeito e urba-nidade;
b) resguardar a privacidade da testemunha ufológica, durante toda a pesquisa;
c) evitar, quanto possa, que a testemunha pratique, em relação à pesquisa, atos reprovados por este Código de Ética;
d) evitar tudo o que possa induzir a testemunha ou as pessoas pesquisadas, a prestar declarações que desconheça;
e) evitar intervir ou fazer qualquer apreciação na presença da testemunha ufológica ou da pessoa pesquisada, quando na qualidade de orientador ou perito na pesquisa de outro Ufólogo;
f) procurar distinguir se o fenômeno ufológico foi provocado ou não pela testemunha, quer seja ele físico, manifestação espiritual, paranormal, anímica ou, ainda, manifestação de outras formas energéticas;
g) não supervalorizar a testemunha ou a pessoa contatada, bem como não deixar transparecer sua emoção junto à mesma e quanto ao fato ufológico;
h) encaminhar pessoa traumatizada por motivo ufológico ao devido tratamento médico e/ou psicológico, com profissional competente que, preferencialmente, também seja da área ufológica;
i) elaborar o dossiê das testemunhas ou das pessoas pesquisadas, incluindo gravações, fotos, filmes, provas e outros, conservando-os em arquivo próprio;
Art. 26 – Enquanto a testemunha ufológica não o permitir, seu nome e endereço não poderão ser divulgados.
Parágrafo único – Caso outro pesquisador venha a conhecer a testemunha, este deverá, da mesma maneira citada neste artigo, manter em sigilo o nome e demais informações a respeito dela.
Art. 27 – Constitui infração ética do Ufólogo, sem prejuízo das demais deste Código:
a) deixar de esclarecer adequadamente as testemunhas ufológicas e, se for o caso, seus familiares, a respeito dos propósitos, riscos e alternativas da pesquisa;
b) executar ou propor à testemunha medidas desnecessárias à pesquisa ou para as quais não esteja capacitado;
c) desrespeitar ou permitir.que desrespeitem a pessoa pesquisada, a testemunha e seus familiares;
d) utilizar-se da testemunha ufológica de forma abusiva na pesquisa;
e) deixar de atender testemunha ufológica que procure uma orientação do Ufólogo;
f) abandonar a testemunha ufológica, sem antes ter indicado outro Ufólogo para a continuidade da pesquisa;
g) amedrontar a pessoa pesquisada, mesmo que por falta de experiência ou de conhecimento dos princípios éticos, morais e técnicos na área da Ufologia;
h) ocasionar, com seus conhecimentos técnicos ou científicos, dano à dignidade e à integridade física ou mental da testemunha ou da pessoa pesquisada;
i) deixar de tratar a testemunha e seus familiares, com discrição;
j) alterar ou deturpar o teor das declarações das pessoas pesquisadas;
k) iniciar pesquisa ufológica junto a menores sem a devida autorização de seus responsáveis, exceto em casos de urgência;
l) gravar, inclusive por telefone, declarações das pessoas pesquisadas, sem a devida autorização das mesmas.

SEÇÃO IV
DAS PESQUISAS NO CAMPO

Art. 28 – O pesquisador ufológico, quanto às pesquisas no campo e quanto às vigílias para suas observações, estudos e análise de fenômenos de provável cunho extraterrestre, deve observar as seguintes normas:
a) respeitar e seguir as orientações do guia, antes, durante e após as vigílias a fim de não causar acidentes físicos com as pessoas, danos à natureza, danos materiais nos equipamentos em geral, bem como não ocasionar o afastamento de possíveis contatos com naves, Seres Extraterrestres ou com outras formas de energia;
b) seguir à risca o roteiro estabelecido pelo guia da equipe, observando as normas para a pesquisa ufológica;
c) manter o espírito de companheirismo;
d) manter o devido respeito entre os companheiros de vigília ou de pesquisa;
e) preservar o local do acampamento, lembrando que outros pesquisadores provavelmente irão ao mesmo local;
f) estar psicologicamente preparado para um contato com naves, Seres Extraterrestres ou com outras formas de energia durante a vigília;
g) ter algum conhecimento sobre Astronomia, o manuseio dos principais instrumentos, máquinas e objetos utilizados nas vigílias e demais pesquisas de campo, bem como algum conhecimento das normas sobre acampamento;
h) procurar conhecer, antes das pesquisas no campo, os usos e costumes dos habitantes das localidades a que se dirigir e, principalmente, as expressões usadas quanto a manifestações de cunho ufológico ou as que se confundem com elas;
i) orientar os iniciantes na Ufologia sobre os riscos que porventura poderão advir e quanto aos cuidados que deverão tomar, tais como sobre as luzes das naves, emanações de energias da nave ou de outras fontes.

Art. 29 – Constitui infração ética do Ufólogo, nas pesquisas no campo e sem prejuízo das demais citadas neste Código:
a) não respeitar o descanso dos companheiros durante os turnos da vigília;
b) dormir ou deixar de vigiar o acampamento, durante o seu turno, sem explicação aceitável;
c) desperdiçar água e alimentos;
d) faltar ao turno de vigília programado, sem motivo relevante;
e) deixar de cumprir quaisquer das instruções e normas estabelecidas para acampamento

SEÇÃO V
DAS PESQUISAS REALIZADAS POR INSTITUIÇÕES, UFÓLOGOS PARAOLÍSTICOS E HOLÍSTICOS

Art. 30 – Para fins desta Seção, definem-se:
a) Ufólogo (Científico) é aquele que estuda, pesquisa, analisa, e divulga os casos e fatos ufológicos, seguindo exclusivamente a Ciência racional e experimental;
b) Ufólogo (Paraolístico) é aquele que estuda, pesquisa, analisa e divulga a Ufologia exclusivamente sob um ou mais dos seguintes aspectos: espiritualista, místico, exotérico, filosófico e afins;
c) Ufólogo (Holístico) é aquele que, além de seguir as linhas científica e paraolística, usa também suas faculdades intuitivas e/ou seus psicopoderes para o estudo, a pesquisa, a análise e a divulgação dos fenômenos ufológicos, procurando ainda correlacionar o fenômeno com outros fatores, não o vendo de forma isolada e sim o integrando em um todo mais amplo.

Art. 31 – O Ufólogo (Paraolístico) deve procurar desenvolver o sentido de sua responsabilidade, buscando a melhoria de sua competência científica, técnica e espiritualista, a fim de atingir a conscientização holística.
Art. 32 – É dever do Ufólogo (Paraolístico e Holístico):
a) Estar preparado para enfrentar todo tipo de manifestação cósmica – domaterial ao espiritual – a fim de poder interpretar tais fenômenos ou, pelo menos, traçar uma hipótese ou teoria sobre o caso pesquisado;
b) Saber utilizar seus psicopoderes para detetar os tipos de manifestações energéticas, bem como a origem de cada uma, a fim de melhor definir o caso;
c) não vacilar nem ficar em dúvida quanto a sua interpretação do fenômeno e, caso isso ocorra, de imediato procurar o Ufólogo especialista no respectivo assunto tratado no caso;
d) procurar correlacionar, no mesmo caso ufológico, tanto quanto possível, os dados obtidos em sua pesquisa com os dados obtidos por um Ufólogo que tenha utilizado o método técnico/científico.

Art. 33 – O Ufólogo pesquisador (Paraolístico) ao receber, através de seus psicopoderes, uma provável comunicação de Ser Extraterrestre deverá, antes de divulgá-la, analisar em todas as suas minúcias como o fenômeno ocorreu, no sentido de bem identificar a origem correta da comunicação e a sua veracidade.
# lº – Procurar identificar o autor e seu local de origem quando da comunicação de cunho extraterrestre, a que se refere este artigo.
# 2º – Junto às informações ou orientações ou mensagens recebidas através de psicopoderes, o receptor ou “canal”, deverá indicar a forma pela qual as recebeu.
# 3º – Todas as comunicações recebidas nos termos deste artigo, deverão ter a identificação do receptor (ou canal ou intermediário).
Art. 34 – As pesquisas ufológicas de cunho paraolístico deverão ser realizadas sob forma discreta e seus resultados comparados com o que se conhece da ciência.
# lº – Na hipótese de que tais resultados extrapolem a confirmação científica conhecida, os mesmos deverão ser levados aos Ufólogos científicos e/ou holísticos para a análise conjunta.
# 2º – No caso de que através das técnicas e das ciências não haja, ainda, meios para comprovar o que foi transmitido, a análise deverá ser feita através do bom senso e da probabilidade de ser aceita sendo, nesta circunstância, considerado como uma hipótese ou teoria, sem cessar a pesquisa conjunta.
Art. 35 – O Ufólogo (Paraolístico) deverá analisar, sempre que possível, as pesquisas ufológicas de cunho técnico-científico, a fim de emitir seu parecer comparativamente ao que se conhece nas demais linhas de pesquisa ufológica.
Art. 36 – O pesquisador ufológico (paraolístico) tem por obrigação conhecer, além dos princípios básicos e técnicos de pesquisas ufológicas, pelo menos Astronomia, Psicotrônica, Exobiologia, as diferenças das formas de comunicação de Seres Extraterrestres das dos Seres espirituais; processos anímicos e formas de manifestações energéticas de um modo geral.
Art. 37 – Compete ao Ufólogo (Paraolístico) saber discernir se uma comunicação que está sendo recebida por um receptor (ou canal) é de origem extraterrestre, de um Ser espiritual, de outra fonte de energia ou, ainda, se é um processo anímico ou se é um embuste da própria pessoa.
Art. 38 – O Ufólogo (Paraolístico) também tem por obrigação “desmistificar”, com a apresentação do maior número possível de evidências, as comunicações que ele perceber, através de seus conhecimentos ou de seus psicopoderes, tratar-se de embuste, consciente ou inconsciente.
Art. 39 – As instituições ufológicas e afins, de cunho paraolístico, não deverão encarar o fenômeno ufológico como sobrenatural ou santificado, tornando-o um ato de fé.
Art. 40 – Dentro da classe dos Ufólogos não serão aceitas aquelas pessoas ou instituições que, em nome da técnica e da ciência se tornem “Cientificistas”, bem como aquelas que em nome da fé se tornem “Ufólatras” ou adoradores dos “Discos Voadores” e dos Seres Extraterrestres.
Parágrafo único – Tais casos, dentro dos radicalismos citados neste artigo, deverão, de imediato, ser comunicados à ANUB, para as devidas providências.
Art. 41 – Constitui infração de ética do Ufólogo (Paraolístico), além das já instituídas neste Código:
a) transmitir informação ufológica da linha paraolística (exotérica, mística, filosófica, espiritual e afins), que comprovadamente não condiz com a verdade;
b) transmitir informação ufológica da linha paraolística (exotérica, mística, filosófica, espiritual e afins), que venha prejudicar a testemunha ufológica ou terceiros;
c) incrementar a discórdia entre Ufólogos de diferentes linhas de estudo, pesquisa e análise (científica, paraolística e holística);
d) abusar de seus psicopoderes, na área da Ufologia, com o intuito de promoção pessoal ou da instituição a que pertence.

CAPÍTULO VI
DA DIVULGAÇÃO DA UFOLOGIA

Art. 42 – O Ufólogo deve divulgar suas pesquisas de forma compreensível e em alto nível técnico-científico-paraolístico, a fim de tornar a Ufologia uma ciência séria e objetiva.
Art. 43 – Cumpre ao Ufólogo, em relação às formas de divulgação da Ufologia, sem prejuízo das já estabelecidas neste Código:
a) realizar, de maneira digna, a divulgação de sua instituição ufológica e de suas atividades como pesquisador, evitando toda e qualquer manifestação que possa comprometer o conceito das atividades ufológicas ou de pesquisadores da área;
b) cooperar intelectual e materialmente para o progresso das atividades ufológicas, mediante intercâmbio de informações com entidades da área, pesquisadores nacionais e de outros países, órgãos de divulgação em geral e pessoas interessadas no assunto;
c) divulgar, logo que possível, o resultado do estudo, pesquisa e análise de uma manifestação ufológica, a fim de que os meios ufológicos tomem conhecimento e tenham condição de processar dados comparativos;
d) respeitar as idéias e as convicções de seus colegas, bem como os seus trabalhos e as soluções ou hipóteses apresentadas pelos mesmos;
e) transmitir informações ou estudos sobre a Ufologia sem utilizar métodos sensacionalistas.

Art. 44 – Nas comunicações ou na divulgação para o público, de resultados de pesquisa, de relatos ou estudos de casos, o Ufólogo é obrigado a omitir ou a alterar quaisquer dados que possam conduzir à identificação das testemunhas ufológicas que tenham solicitado o sigilo de seu nome.
Parágrafo único – A fim de não ferir este artigo, o Ufólogo poderá se utilizar de um nome e locais fictícios, fazendo alusão a este fato.
Art. 45 – Constitui infração ética em relação à divulgação dos trabalhos ufológicos, sem prejuízo das já citadas neste Código:
a) desrespeitar a dignidade e a liberdade de pessoas ou grupos envolvidos em seus trabalhos sobre Ufologia;
b) pregar a veracidade ufológica de um caso, foto, documento, mensagem ou de um objeto, sem estar habilitado para tal e/ou sem mencionar a origem do estudo e análises das provas apresentadas;
c) divulgar em impressos e anúncios de cursos e palestras sobre Ufologia e ciências correlatas, o nome, endereço ou qualquer outro elemento que identifique a testemunha ufológica ou pessoas pesquisadas, sem a devida autorização destas;
d) emitir e assinar declaração ou atestado de cunho ufológico que não corresponda à veracidade dos fatos.

SEÇÃO I
DA PROPAGANDA E DA PUBLICIDADE

Art. 46 – O Ufólogo que promover publicamente a divulgação de seus trabalhos, cursos ou palestras, deverá fazê-lo com exatidão, dignidade e de forma objetiva e, se desejar, citar suas habilitações, qualificações e outras aptidões.
Art. 47 – Constitui infração ética do Ufólogo, sem prejuízo das já citadas neste Código:
a) usar expressões alarmantes em impressos e anúncios de cursos e palestras sobre Ufologia, que possam causar intranqüilidade ou sensacionalismo, com a finalidade de atrair mais público;
b) citar títulos que não possua, em impressos e anúncios sobre cursos e palestras;
c) fazer publicidade em desacordo com a legislação vigente ou em desacordo com as normas da ANUB;
d) colocar a designação “Ufologia” em impressos e anúncios de cursos e de palestras, como sendo dependente ou ligada a “artes adivinhatórias”.

SEÇÃO II
DAS PUBLICAÇÕES E DA DIVULGAÇÃO DE ESTUDOS E PESQUISAS UFOLÓGICAS

Art. 48 – Na publicação de trabalhos técnicos, científicos, paraolísticos ou holísticos, o Ufólogo deverá:
a) citar as fontes consultadas;
b) basear suas conclusões nos dados obtidos;
c) mencionar as contribuições de caráter profissional prestadas por outros Ufólogos ou colaboradores;
d) obter autorização expressa do autor e a ele fazer referência, quando utilizar fontes particulares publicadas ou não;
e) impedir que sejam entendidos como seus, trabalhos ou pesquisas ufológicas de outros autores.

Art. 49 – Nas publicações de suas pesquisas, o Ufológo deve apresentar os casos com a necessária prudência, sem qualquer caráter auto-promocional ou sensacionalista, levando em conta o bem estar da população.
Art. 50 – A ANUB providenciará, através de seu departamento jurídico, que os Ufólogos possam ter assegurado seus direitos autorais quanto às publicações de suas pesquisas ufológicas, teses defendidas, fotografias, filmes e outros, relacionados com a classe;
# lº – É de boa ética que o autor de trabalhos, pesquisas, estudos, fotografias e possuidor de provas ufológicas, autorize a publicação, no todo ou em parte, por terceiros, desde que haja citação da fonte de origem.
#2º – Cabe ao autor ou autores, zelar para que tais publicações ou divulgações não sejam deturpadas em prejuízo próprio ou da própria Ufologia.
Art. 5l – Constitui infração ética, sem prejuízo das demais citadas neste Código:
a) aproveitar-se de posição hierárquica para fazer constar seu nome na co-autoria de pesquisa ufológica ou de obra publicada;
b) apresentar como sua, no todo ou em parte, obra ou pesquisa de outrem, ainda que não publicada;
c) utilizar-se, sem referência ao autor ou sem sua autorização expressa, de dados, informações ou opiniões coletados em parte, dos de sua obra, pesquisa ou estudos, publicados ou não;
d) falsear dados estatísticos ou deturpar sua interpretação para fundamentar seu trabalho ou pesquisas ufológicas.

SEÇÃO III
DAS REUNIÕES, DOS CURSOS E DAS PALESTRAS

Art. 52 – O Ufólogo deve prestigiar seus colegas, comparecendo às reuniões, cursos, palestras e demais eventos de cunho ufológico, sempre que possível.
Art. 53 O Ufólogo, ao participar de reuniões, cursos, palestras e eventos ufológicos, deve procurar, sempre que necessário, esclarecer dúvidas, defender a classe e dignificar a Ufologia.
Art. 54 – As instituições ufológicas que promovam eventos relacionados com a Ufologia, devem discernir bem quanto à escolha dos oradores, a fim de se evitar que pessoas não credenciadas venham a expor teses ou casos que confundam o público e que não tragam nenhum benefício à Ufologia.
Art. 55 – Constitui infração ética, observando-se também as demais constantes deste Código:
a) fornecer certificados, diplomas ou declarações de cunho ufológico, no nome de interessados que não tenham participado do evento ou de pesquisa ufológica;
b) comportar-se de forma hostil ou desrespeitosa junto a colegas, durante reuniões, cursos, palestras ou eventos de caráter ufológicos.

CAPÍTULO VII
DAS MEDIDAS DISCIPLINARES

SEÇÃO I
DAS PUNIÇÕES DISCIPLINARES

Art. 56 – A transgressão de preceito deste Código de Ética constitui infração disciplinar sancionada, segundo a gravidade, com a aplicação das seguintes penalidades:
a) advertência confidencial, em aviso reservado;
b) censura, por escrito;
c) suspensão por 1 (um) ano da participação de eventos e das atividades promovidas por instituições ufológicas ou por pesquisadores dessa área;
d) exclusão da participação de eventos e de atividades promovidas pelas instituições ufológicas ou por pesquisadores dessa área;
e) denúncia pública e encaminhamento da documentação comprobatória da culpa, a instituições ufológicas nacionais e internacionais.
# lº – No caso de reincidência em infração disciplinar já punida nos termos das alíneas “a” ou “b” deste artigo, aplica-se a suspensão citada na alínea “c”.
# 2º – Além das penas disciplinares previstas, também poderá ser aplicada a pena pecuniária de ½ a 5 salários mínimos.
Art. 57 – A alegação de ignorância ou da má compreensão dos preceitos deste Código, não exime de penalidade o infrator.
Art. 58 – Avalia-se o grau de gravidade da infração cometida, pela extensão do dano e por suas conseqüências.
Art. 59 – Considera-se de manifesta gravidade, principalmente:
a) imputar a alguém e/ou à instituição ufológica, ato antiético de que o saiba inocente, dando causa a instauração de processo ético;
b) acobertar ou ensejar o exercício ilegal de uma profissão;
c) exercer ato privativo de profissional liberal;
d) traumatizar uma testemunha ufológica por imperícia técnica no trato com a mesma, durante a pesquisa;
e) praticar ou ensejar ato torpe;
f) esconder ou destruir provas da pesquisa ufológica;
g) quebrar o sigilo pedido pela testemunha ufológica sem a sua devida autorização ou pedido judicial.
Art. 60 – São circunstâncias que podem atenuar a pena:
a) ausência de punição disciplinar anterior;
b) ter reparado ou minorado o dano ou a ofensa;
c) exercício assíduo e proficiente em palestras, cargos e atividades ufológicas;
d) prestação de relevantes serviços à Ufologia.

SEÇÃO II
DO CONSELHO DE ÉTICA, DA DEFESA E DO RECURSO

Art. 6l – Compete ao Conselho de Ética dos Ufólogos, constituído pela Resolução ANUB nº …….. da Associação Nacional dos Ufólogos do Brasil (ANUB), apreciar e julgar as representações e denúncias devidamente formalizadas e instruídas.
# lº – As representações e denúncias somente serão aceitas se encaminhadas por Ufólogo filiado ou por instituição ufológica cadastrada na ANUB.
# 2º – O Conselho de Ética deverá emitir suas decisões, somente por escrito.
Art. 62 – Ao acusado é concedido, após a efetiva citação por via postal ou pessoal, o prazo de 15 (quinze) dias para apresentação de sua defesa, por escrito, por si ou por procurador.
Art. 63 – O acusado terá direito a recurso, que deverá ser interposto dentro do prazo de 30 (trinta) dias, a contar da data do recebimento da comunicação da pena.
Art. 64 – Após o julgamento final, a decisão deverá constar dos assentamentos do Ufólogo, na ANUB e na instituição ufológica a que estiver ligado.
Parágrafo único – É conveniente que as demais instituições ufológicas e interessados ligados à Ufologia, anotem em seus arquivos os fatos ocorridos.

CAPÍTULO VIII
DA ABRANGÊNCIA DESTE CÓDIGO DE ÉTICA

Art. 65 – As normas deste Código de Ética aplicam-se às pessoas físicas e jurídicas que exerçam atividades de estudo, pesquisa, análise e divulgação no âmbito da Ufologia.
Parágrafo único – Incluem-se neste artigo, e no que couber dos dispositivos deste Código, os principiantes em Ufologia – Auxiliares de Ufólogo.
Art. 66 – Os profissionais liberais que atuam na área da Ufologia devem observar, além dos preceitos do Código de Ética da respectiva profissão, os preceitos deste Código de Ética.
Parágrafo único – Caso haja infração a um dos Códigos já citados neste artigo, compete ao Presidente da ANUB encaminhar a representação aos respectivos órgãos controladores da ética do profissional.
Art. 67 – O “Ufólogo Independente” que venha ferir as normas e a ética dentro das pesquisas e divulgação ufológicas, poderá ser enquadrado nas alíneas “a” ou “b” ou “e” do artigo 56 deste Código de Ética.
Parágrafo único – Para fins deste artigo, considera-se “Ufólogo Independente” aquele que divulga e realiza suas pesquisas ufológicas sem estar filiado ou cadastrado em uma instituição ufológica.

CAPÍTULO IX
DAS MODIFICAÇÕES DESTE CÓDIGO DE ÉTICA

Art. 68 – Qualquer modificação deste Código de Ética somente será feita pela Associação Nacional dos Ufólogos do Brasil (ANUB), mediante proposta feita por Ufólogo filiado ou através de instituição ufológica devidamente cadastrada na ANUB.
# 1º – O Ufólogo não filiado e nem cadastrado, deverá encaminhar suas sugestões ou modificações a este Código, somente através de outro Ufólogo ou através de instituição ufológica devidamente filiados ou cadastrados na ANUB.
# 2º – A sugestão ou modificação deste Código de Ética deverá ser acompanhada da devida identificação da pessoa – nome, endereço, telefone, registro geral e outras informações que achar por bem acrescentar.
Art. 69 – As dúvidas na observância deste Código e os casos omissos serão resolvidos pelo Conselho de Ética do Ufólogo e, posteriormente, referendados pela ANUB.

CAPÍTULO X
DAS DISPOSIÇÕES FINAIS

Art. 70 – As instituições ufológicas e afins poderão criar uma Comissão de Ética do Ufólogo para, em caso de infração a este Código, instruir e formalizar a representação ou denúncia, que deverá ser encaminhada, através do dirigente da instituição, ao Conselho de Ética do Ufólogo, passando, antes, pelo Presidente da ANUB.
Parágrafo único – As representações ou denúncias recebidas pelas instituições ufológicas, deverão ser encaminhadas ao Conselho de Ética, no prazo de 15 (quinze) dias.
Art. 71 – A ANUB deverá providenciar a ampla divulgação deste Código de Ética, entre os Ufólogos e, em especial, junto às entidades ufológicas.
Parágrafo único – É permitida a divulgação deste Código de Ética através de revistas, informativos e quaisquer meios eletrônicos disponíveis.
Art. 72 – A ANUB deverá baixar regulamentação exigindo um mínimo de conhecimentos, capacidade e habilidades, bem como a formação básica para os principiantes em atividades ufológicas – Auxiliar de Ufólogo.
Art. 73 – A ANUB deverá regulamentar a classe de Ufólogo, inclusive com suas várias especializações, estabelecendo quais os conhecimentos, capacidade, habilidades e habilitação profissional, além de experiências, para a profissão dentro da Ufologia.
Art. 74 – Este Código de Ética entrará em vigor a partir de …….de……………………………de 200__.

Aprovado em Reunião do dia …….de …………………… de 200__, às ………. horas, na sala de reuniões ………………………………… cidade de ……………………………….. .

RESOLUÇÃO ANUB Nº ……/…..

“CRIA E CONSTITUI O CONSELHO DE ÉTICA DO UFÓLOGO”

Art. 1º – Fica criado o Conselho de Ética do Ufólogo com a finalidade de observar, apreciar e julgar os preceitos consignados no Código de Ética do Ufólogo, aprovado pela Resolução ANUB nº ……./……. .
Art. 2º – O Conselho de Ética exercerá suas atribuições em local determinado pela Associação Nacional dos Ufólogos do Brasil (ANUB).
Art. 3º – O Conselho de Ética do Ufólogo será constituído por 5 (cinco) membros efetivos e 3 (três) membros suplentes, com mandato de 2 (dois) anos, que elegerão, entre si, o Presidente e o Secretário.
Parágrafo único – Os membros do Conselho de Ética serão eleitos como determina o Estatuto da ANUB.
Art. 4º – Compete ao Conselho de Ética do Ufólogo:
a) estabelecer seu regulamento interno, com as normas de processamento dos casos;
b) processar as representações ou as denúncias relativas às transgressões dos princípios e deveres éticos dentro da Ufologia e instituídos no Código de Ética do Ufólogo e no Estatuto, no Regimento Interno e nas normas da ANUB;
c) apreciar e julgar as representações e as denúncias que lhes forem encaminhadas, emitindo sua decisão, por escrito, com a punição a ser aplicada ou a isenção de culpa, conforme o caso;
d) expedir citação ao acusado para que apresente sua defesa, se o caso;
e) apreciar e julgar a defesa do acusado ou da instituição ufológica;
f) apreciar e julgar os recursos interpostos.

Art. 5º – O Conselho de Ética terá 20 (vinte) dias, prorrogáveis por igual prazo, para concluir o parecer e dar sua decisão quanto ao julgamento das representações ou denúncias recebidas.
Art. 6º – A criação deste Conselho de Ética deverá ser referendada no Estatuto e no Regimento Interno, da ANUB.
Art. 7º – Enquanto não for atendido o disposto no artigo anterior e não forem estabelecidas as regras para a eleição de seus membros e suplentes, caberá à Diretoria da ANUB, através de seu Presidente, fazer as indicações provisórias para a constituição do Conselho de Ética.
Art. 8º – Compete à ANUB definir os conceitos de Ufologia, Ufólogo, Auxiliar de Ufólogo e as especialidades dos Ufólogos, bem como os de Instituição Ufológica e afins.
Art. 9º – Esta Resolução entrará em vigor a partir de ……..de………………………. de 200…. .

Aprovado em Reunião do dia ……..de ………………. de 200…, às ……. horas, na sala de reuniões ………………….. na cidade de ……………………………….. .

(Minuta apresentada pelo Ufólogo Arismaris Baraldi Dias, em outubro de 1994) São Paulo – SP

GLOSSÁRIO

Alien: alienígena, estrangeiro, forasteiro, estranho.
Alienígena: termo usado, erroneamente, para designar um ser de outro planeta que visita a Terra; o Ser Extraterrestre. Como adjetivo, quer dizer: que ou quem é de outro país; estrangeiro; forasteiro.
Anímico: relativo a animismo.
Animismo: é o processo pelo qual o “medium” ou o “sensitivo” transmite mensagens como sendo de um espírito ou de um Ser Extraterrestre, porém ele está externando seu próprio pensamento, sem ter a consciência disto, ou seja, não percebe; fala e age por si mesmo, sem a interferência de Ser desencarnado ou Extraterrestre, porém afirma ser deles a atuação.
ANUB: sigla da Associação Nacional dos Ufólogos do Brasil.
Artes Adivinhatórias: assim chamadas as formas de procurar descobrir, por meios sobrenaturais ou por artifícios hábeis (cartas, cristais, linhas da mão, borra de café, pedras, símbolos e outros) o que está oculto no presente, no passado ou no futuro; descobrir por interpretação, indução, conjetura, intuição etc; profecias
Associação Nacional dos Ufólogos do Brasil: instituição que congrega as instituições ufológicas do Brasil e os Ufólogos nacionais e internacionais; ANUB. Endereço: Caixa Postal 1366 – CEP 80001-970 – Curitiba – PR – FAX (041) 223 7685.
Astronomia: ciência que trata da constituição e movimento dos astros e das evidências de vida inteligente fora do planeta Terra. Vide Exobiologia.
Auxiliar de Ufólogo: é o principiante em Ufologia; é aquele que ainda não tem a devida experiência e nem o grau de formação exigido pela ANUB, para o estudo, pesquisa, análise e divulgação da Ufologia; realiza tarefas auxiliares junto a um Ufólogo ou junto a uma instituição ufológica; segue as orientações e preceitos estabelecidos pelo Ufólogo ou pela instituição ufológica à qual está ligado.
Canal: é o mesmo que receptor, sensitivo; percipiente; paranormal; é aquele que serve de intermediário entre os seres humanos da Terra e os desencarnados (aqueles que deixaram o corpo físico; espírito); atualmente é mais usado para se referir a um tipo específico de comunicação de Seres Extraterrestres.
Canalização: é o processo da recepção de comunicações através de um “canal”.
Certificado Ufológico: documento no qual se certifica um caso ou fato ufológicos ou a procedência de uma análise do caso ufológico, ou certifica a presença de um Ufólogo em determinado evento etc.
Ciência: conjunto organizado de conhecimentos relativos a determinadas categorias de fatos ou de fenômenos, especialmente os obtidos mediante a observação objetiva, a experimentação e um método próprio e racional; tentativa teórica e prática da explicação dos fenômenos da Natureza
Cientificista: diz-se daquele que acredita exclusivamente na Ciência tradicional, não aceitando a abertura para novas possibilidades da realidade, tornando-se com esta postura, um radical da Ciência.
Científico: relativo à Ciência; que tem o rigor da Ciência; em Ufologia, é aquele que estuda, pesquisa, analisa e divulga os casos e fatos ufológicos, seguindo exclusivamente a Ciência racional e experimental. Vide Ufólogo (Científico).
Cientista: pessoa que cultiva particularmente alguma Ciência, ou Ciências; especialista numa Ciência.
Clariaudiência: qualidade que têm certas pessoas de perceber vozes de espíritos (seres desencarnados) e de Seres Extraterrestres ou de outras entidades, a qualquer distância.
Clarividência: faculdade que têm certas pessoas de perceber imagens ou acontecimentos a longa distância, sem se utilizar dos órgãos físicos da visão ou da audição; faculdade psíquica que possibilita ver e/ou sentir aquilo que se não oferece à vista comum, tais como objetos ou acontecimentos afastados, aparições, espíritos ou presenças de naves ou de Seres Extraterrestres em outra dimensão. Vide Vidência.
Contatado: em Ufologia, diz-se da pessoa que recebe uma mensagem escrita ou mental, na presença ou não de um Ser ou de uma nave extraterrestres. Tais mensagens podem ser dadas, também, no plano astral durante o sono ou, ainda, quando a pessoa é levada para o interior da nave. Geralmente são realizadas, com o contatado, uma ou mais sessões de hipnose regressiva, a fim de que o Ufólogo possa ter mais subsídios para constatar a veracidade do caso. .Muitos contatados foram levados para o interior de naves a fim de servir para uma série de experiências físico-biológicas por parte dos tripulantes, incluindo inseminações artificiais, implantes de “chips”(microssistemas) etc.
Contato Ufológico: é aquele que a pessoa tem relacionado a uma nave ou a um Ser Extraterrestres.
Desmistificar: revelar o embuste; mostrar a uma pessoa que ela está se enganando ou sendo enganada com afirmações mentirosas; em Ufologia, provar que certas informações de pessoas supostamente “contatadas”, não passam de imaginação ou são mentirosas.
Desencarnado: aquele que passou para o mundo espiritual, com a morte do corpo físico; espírito.
Disco Voador: um objeto voador com forma de disco; “pires voador”(flying saucer); nave espacial com forma de disco; nome dado a qualquer tipo de nave supostamente extraterrestre.
DV: abreviatura de Disco Voador.
EBE: abreviatura de Entidade Biológica Extraterrestre.
Elementais: espíritos dos elementos da natureza; criaturas desenvolvidas nos quatro reinos ou elementos: terra, ar, fogo e água; são denominados por alguns de Gnomos (os da terra), Silfos (os do ar), Salamandras (os do fogo) e Ondinas (os da água).
Entidade: aquilo que constitui a essência de uma coisa; individualidade; ente; ser.
Esotérico: diz-se do ensinamento que, em escolas filosóficas da antigüidade era reservado aos discípulos completamente instruídos; todo ensinamento ministrado a círculo restrito e fechado de ouvintes; diz-se de ensinamento ligado ao ocultismo. Vide Exotérico.
Esoterismo: doutrina ou atitude de espírito que preconiza que o ensinamento da verdade (científica, filosófica ou religiosa) deve reservar-se a número restrito de iniciados escolhidos por sua inteligência ou valor moral.
Espírito: a parte imaterial do ser humano, alma; princípio intelectual, imaterial e individual, que reside no corpo humano e sobrevive à morte deste; entidade desencarnada, comumente invisível. Para muitos existe uma diferença entre alma e espírito.
Espiritual: relativo ao espírito; incorpóreo; da ou relativo à religião ou próprio dela; relativo ou pertencente ao mundo dos espíritos.
Espiritualismo: na filosofia, é o estado ou condição da mente, oposto ao materialismo ou a uma concepção material das coisas; tem também um sentido genérico de qualquer princípio religioso.
Espiritualista: é o seguidor do espiritualismo.
ET: Extraterrestre; Ser Extraterrestre; ufonauta.
Ética: estudo dos juízos de apreciação que se referem à conduta humana suscetível de qualificação do ponto de vista do bem e do mal. Não está limitada a certa época e nem a determinada sociedade – o que a diferencia da Moral.
Evento Ufológico: acontecimentos ufológicos tais como Congresso sobre Ufologia; 4o Congresso Nacional de Discos Voadores; I Fórum Mundial de Ufologia e outros.
Exobiologia: estudo de seres que vivem fora do planeta Terra; estudo da vida fora da Terra.
Exotérico: diz-se do ensinamento filosófico e dos conhecimentos que são transmitidos ao público sem restrição e de forma generalizada e acessível a todos. Vide Esotérico.
Extraterrestre: de origem fora do planeta Terra; pedra ou qualquer criatura, objeto ou máquina, que chega à Terra proveniente de um outro planeta ou de um corpo celeste.
Faculdade Intuitiva: aptidão que dá ao indivíduo a capacidade de ter intuição; é a percepção ou conhecimento claro, íntimo e instantâneo de uma idéia ou verdade, sem o auxílio da razão; é a capacidade de pressentir ou perceber e compreender um outro aspecto da realidade, ou seja, em um sentido transcendental.
Fenômeno Ufológico: é tudo o que diga respeito aos UFOs ou “Discos Voadores” e aos Seres Extraterrestres: aparições, formas, comportamento, efeitos produzidos, comunicação, tecnologia etc.
Filosofia: conjunto de concepções, práticas ou teóricas, acerca do ser, dos seres, do homem e de seu papel no universo; atitude reflexiva, crítica ou especulativa de elaboração de tais concepções; ciência geral dos princípios e causas, a Filosofia se caracteriza pela intenção de ampliar incessantemente a compreensão da realidade, no sentido de apreendê-la na sua totalidade.
Filosófico: relativo à filosofia, ou a filósofos.
Holismo: palavra que tem origem no termo “holos”, que significa “todo”, “completo”; expressa a concepção de que os fenômenos do universo seguem uma tendência integradora, isto é, as “partes separadas” sofrem uma evolução direcionando-as para níveis mais elevados e para uma integração no “todo”, sendo que cada “parte” sempre traz , em sua essência, o próprio “todo” e, todas as “partes”, todos os fenômenos, se interligam de forma global, isto é, são interdependentes.
Holística: relativo ao holismo (como adjetivo), exemplo, Ufologia Holística; refere-se à pessoa que segue a concepção conhecida antigamente como holismo. Atualmente, está sendo usada também como substantivo, para designar a própria concepção que é o holismo; pessoa que procura conhecer um fenômeno, ou então os acontecimentos, sob todos os aspectos – do científico ao espiritualista e ao filosófico, correlacionando-o com outros fenômenos e acontecimentos, a fim de percebê-los na sua totalidade, de forma global, tendo, assim, uma compreensão mais ampla referente a eles. Alguns exemplos atuais: Medicina Holística; Educação Holística; Holistica na Empresa; Terapia Holística etc.
Holístico: é aquele que tem uma visão holística;
Instituição Científica: é uma organização pública ou privada que se dedica à realização de experiências ou ensaios de cunho científico, em busca de uma prova concreta para a explicação de um determinado fenômeno ou de um acontecimento.
Instituição Ufológica: é aquela que estuda, pesquisa, analisa e divulga os vários tipos e formas de manifestações de naves e de Seres Extraterrestres e, geralmente, mantém um quadro de associados (Ufólogos, Auxiliares, pesquisadores, cientistas e outros). Existem inúmeras Associações, Institutos, Sociedades, Centros, Grupos, Núcleos e Organizações de caráter ufológico, sendo conveniente que se congreguem a uma instituição oficial.
Inteligência Extraterrestre: são os Seres Extraterrestres ou uma forma de energia extraterrestre que podem atuar em objetos, máquinas, pessoas ou em animais, provocando uma série de fenômenos, muitos dos quais desconhecidos do ser humano e das próprias Ciências da Terra e mais, energia essa que pode atuar em qualquer ponto do universo.
Intuição: é a faculdade da mente superior, pela qual se atinge, em toda a sua plenitude, uma verdade de ordem diversa daquelas que se atinge por meio da razão e do conhecimento discursivo ou analítico; é como uma visão direta, com os “olhos da alma”.
Irmão Cósmico: expressão usada para designar um Ser Extraterrestre, baseando-se na idéia de que todos os habitantes do universo tiveram a mesma Origem e, neste sentido, são considerados semelhantes.
Laudo Ufológico: parecer ou peça escrita na qual os peritos, técnicos ou cientistas expõem, fundamentadamente, as observações, estudos e análises que fizeram e na qual registram as conclusões da perícia sobre vestígios e casos ufológicos.
Linha de Pesquisa Ufológica: forma de conduta que o Ufólogo admite em suas pesquisas; categoria de abordagem na qual o Ufólogo realiza suas pesquisas. Exemplos: científica, holística, espiritualista, mística, filosófica.
Médium: indivíduo dotado de faculdades psíquicas que, segundo as doutrinas espiritualistas, serve de intermediário nas manifestações dos espíritos; canal; palavra usada, embora menos freqüentemente, para designar o indivíduo que tem algum tipo de comunicação com Seres Extraterrestres sem ser pelos sentidos físicos. Vide Canal, Receptor, Sensitivo, Percipiente.
Mensagem: comunicação, notícia, recado, de forma verbal ou escrita, ou através de equipamentos (transcomunicação instrumental).
Mensagem de Cunho Ufológico: mensagem que determinadas pessoas recebem dos Seres Extraterrestres, de forma direta (através de palavras) ou indiretamente (através da telepatia, da intuição, da psicografia, dos sonhos etc.); informações e orientações transmitidas pelos Seres Extraterrestres aos contatados ou através de sensitivos ou canais
Mensagem Telepática: é a mensagem em palavras, idéias, símbolos ou imagens mentais recebida por uma pessoa (receptor ou canal) sem intermédio dos órgãos sensoriais, transmitida por um agente (outra pessoa, espírito, Ser Extraterrestre ou, talvez, algum outro tipo de criatura). Vide Contatado e Contatado Ufológico.
Mística: o estudo das coisas divinas ou espirituais; vida religiosa e contemplativa; relativo ao misticismo; pessoa que age segundo o misticismo.
Misticismo: crença ou doutrina religiosa dos místicos; doutrina que leva o indivíduo a buscar uma vida mais devota e contemplativa, que busca uma comunhão com Deus. Na forma pejorativa é usada para designar a tendência de acreditar no sobrenatural.
Místico: é aquele que pratica o misticismo; indivíduo que professa idéias transcendentais.
Mistificar: abusar da credulidade de alguém; burlar, enganar, iludir.
Nave Extraterrestre: nave que se supõe ter origem fora de nosso planeta, vir de outros sistemas estelares ou de bases situadas no nosso sistema solar, ou ainda, vir de um universo paralelo, tudo isto assim aceito devido à alta tecnologia de que dispõe para todos os tipos de movimentos, velocidade e forma de aparecer e desaparecer no ar; também denominada Disco Voador; inclui-se aqui a “Nave-Mãe”. Vide Disco Voador e “Nave-Mãe”.
“Nave-Mãe”: nave extraterrestre de enormes proporções (acima de 500 m de comprimento), geralmente de forma cilíndrica ou de charuto, levando em seu bojo, além da tripulação, naves menores (DVs) e toda uma estrutura tecnológica para viagens interplanetárias entre sistemas estelares, manutenção, atendimento médico e psicológico, centro de pesquisas planetárias, “laboratório médico” para estudos, pesquisas e análises em seres da Terra e de outros planetas, centro de estudos de rotas espaciais cósmicas, laboratório de pesquisa do “comportamento evolutivo” das civilizações de vários planetas com o fim de traçar parâmetros para aplicações de novas técnicas de ajuda ou de experimentação referentes a elas etc. Vide Nave Extraterrestre.
NAVEX: abreviatura de “nave extraterrestre”
OSNI: abreviatura de objeto submarino não identificado”; diz-se, também, de nave extraterrestre avistada “navegando” em rios e mares.
OVNI: abreviatura de objeto voador não identificado; o mesmo que UFO; algumas vezes é usado incorretamente como sinônimo de Disco Voador.
Paraciências: é o estudo e a pesquisa realizados como auxiliares para a complementação de uma pesquisa científica; é o estudo e a pesquisa realizados sob alto nível técnico, porém ainda não aceitos pela Ciência tradicional, como é chamada. Em Ufologia, conhecimentos técnicos que auxiliam e complementam a pesquisa ufológica. Exemplos: hipnose regressiva, telepatia etc.
Paraolístico: é aquele que estuda, pesquisa, analisa e divulga casos e fatos sob um ou mais dos aspectos espiritualista, místico, exotérico, filosófico e afins. Expressão criada pelo Prof. Ademar Eugênio de Mello. Vide Ufólogo (Paraolístico).
Parapsicologia: (para uns, Ciência; para outros, Paraciências) é o ramo da Psicologia que estuda experimentalmente os fenômenos ocultos ou “psíquicos”, tais como a vidência, a clarividência, a telepatia, a telecinesia e outros, denominados também, fenômenos paranormais, ou melhor, percepções extra-sensoriais. Atualmente, a Parapsicologia faz parte de uma nova Ciência chamada Psicotrônica.
“Paraufológico”: diz respeito ao fenômeno que não sendo ufológico pode ser confundido como tal. Exemplos: uma pessoa afirma estar vendo uma nave e/ou um Ser Extraterrestre em um determinado local, mas tal fenômeno pode ser uma projeção mental sua; outra pessoa descreve um ser de outra dimensão como sendo um Extraterrestre, entretanto pode tratar-se de um elemental da Natureza; outra narra que durante a noite foi levada para uma nave, entretanto, através de hipnose regressiva, fica constatado ser simplesmente um sonho; um balão grande, no alto, quando queima, aumenta em muito sua luminosidade e alguém, fanático por OVNIs, pode interpretar como sendo tal (trata-se da síndrome de distorção da realidade); mensagem de um Ser Extraterrestre retransmitida através de uma entidade espiritual (do plano espiritual ligado à Terra) e outros.
Percipiente: indivíduo que recebe a ação de um agente, seja este espírito encarnado ou desencarnado ou de outra forma de energia, até de cunho extraterrestre.
Perito Ufológico: aquele que estuda, pesquisa, analisa e emite seu parecer, através de laudo, sobre casos ufológicos em geral, dentro de sua(s) especialidade(s) . Exemplos: perito em análise do solo; perito em fotografia; perito em análise química de materiais; perito em grafias etc.
Pesquisa de Campo: é a pesquisa ufológica, através da qual se realiza uma busca minuciosa, para averiguar a realidade de um caso ufológico junto à testemunha ou à pessoa contatada; investigação e estudo minucioso e sistemático com o fim de estabelecer fatos ou princípios relativos aos casos ufológicos e, em especial, junto às pessoas contatadas e às testemunhas; várias dessas pesquisas de campo são realizadas em consultórios, gabinetes ou salas nos quais aquelas pessoas são levadas para serem submetidas a hipnoses regressivas, análises clínicas, indagações específicas para desmistificações etc.
Pesquisa no Campo: em Ufologia, é a pesquisa realizada no local em que ocorreu um fato possivelmente ufológico, com a finalidade de procurar e analisar marcas, vestígios e outros tipos de efeitos produzidos; também se diz quando o pesquisador se dirige ao campo esperando observar ou participar de algum provável fato ufológico. Vide: Pesquisa de Campo, Pesquisa Ufológica e Vigília.
Pesquisa Ufológica: é a pesquisa que o Ufólogo realiza junto às pessoas contatadas, testemunhas e outras pessoas envolvidas, a fim de, sistemática e minuciosamente, averiguar a realidade e veracidade de um provável acontecimento ufológico e registrar seu histórico; investigação que o Ufólogo faz e relativa ao solo, plantas e animais que provavelmente tenham sofrido influências de OVNIs ou de outras energias desconhecidas. Também faz parte da pesquisa ufológica, a investigação através de exames e de análises clínicos, de exames e análises técnicos, científicos e paracientíficos, tais como o estudo de fotografias, a hipnose regressiva, radiografias e outros afins, a análise de mensagens quanto a sua origem e forma de manifestação e, ainda, o uso de uma série de equipamentos de detecção, de medição, de registro etc. Classificamos a pesquisa ufológica em pesquisa de campo e pesquisa no campo.
Pessoa Contatada: vide Contatado
Plano Astral: extensão do espaço, ou de algo nele contido, que rodeia e interpenetra tudo o que é físico (do plano físico) e se distingue deste por ser constituído de uma matéria/energia diferenciada, mais sutil e não perceptível por meio dos sentidos físicos; é um dos planos nos quais estão as pessoas desencarnadas (espíritos).
Plano Espiritual: setor ou esfera dos espíritos desencarnados; o “mundo invisível”, de energias mais sutis , que rodeia e interpenetra os planos astral e físico.
Projeção Astral: ato no qual, por momentos, a consciência ou o chamado “corpo astral” projeta-se para fora do corpo físico e se locomove no plano astral. A projeção astral ocorre freqüentemente durante o estado de sono, embora nem sempre de forma consciente e pode ocorrer, também, em estado de vigília, que é o momento intermediário entre o sono e o totalmente consciente. Pode ocorrer, ainda, durante o estado a que chamamos de “estado alterado da consciência” (meditação, relaxamento, estado subconsciente etc); o mesmo que Viagem astral e Viagem fora do corpo.
Psicografar: ato de realizar a psicografia. Vide Psicografia.
Psicografia: é a faculdade que certas pessoas possuem – médiuns, receptores, canais etc. – de escrever uma mensagem usando uma das mãos ou ambas ao mesmo tempo, estando recebendo, sobre ela(s), a atuação direta de uma forma de energia tal como espírito, Ser Extraterrestre ou outra entidade. Geralmente nessa ação o canal não toma conhecimento do que está escrevendo e, enquanto o faz, pode até ficar conversando com os assistentes. No caso de Ser Extraterrestre, este pode agir à distância, através da mente ou de uma forma de atuação direta no braço da pessoa (canal).
Psicopoderes: é a capacidade que algumas pessoas possuem de utilizar os poderes de sua mente através de suas percepções extrasensoriais e outras, tais como intuição, clarividência, psicocinesia, psicografia, radiestesia (pêndulo, aurímetro etc.), telecinesia, telepatia, visão dermótica (percepção pela pele) etc.
Psicotrônica: é uma ciência que surgiu na década de 70; ela busca o conhecimento acerca da mente e seus poderes; veio englobar o estudo das percepções extrasensoriais (da Parapsicologia) ao da Radiestesia, Radiônica e outras, considerando que a consciência, a energia e a matéria estão interligadas e exercem influência recíproca.
Radiestesia: é a faculdade que algumas pessoas têm para captar, ampliar e estudar as radiações de seres humanos, animais, vegetais, bem como minerais e água, etc., no solo e no subsolo, utilizando-se, geralmente, de um pêndulo e/ou de uma varinha; sensibilidade às radiações, emanações, raios e vibrações ou ondas.
Radiônica: método parafísico de cura, ou da eliminação de uma praga em plantações, com a utilização de instrumentos e aparelhos, tais como certo tipo de anéis, plaquetas, geradores de energia etc.
Receptor: o mesmo que Canal, Sensitivo, Percipiente, Médium.
SEDOP: abreviatura de seres de outro planeta.
Ser Extraterrestre: por definição, que não é da Terra; ufonauta, irmão cósmico; ser semelhante aos humanos da Terra e que habita outros planetas de outros sistema estelares, em grau de evolução diferenciado do nosso e que se transporta através de naves específicas. Existe a crença de que podem estar vindo ao nosso planeta para uma série de estudos e experimentações; também existe a crença de que outros Seres Extraterrestres possam estar vindo para auxiliar os seres habitantes da Terra. Acredita-se que têm alto grau de tecnologia, alguns tendo alto grau de espiritualidade e outros não. Faz-se esta diferenciação em vista de alguns agirem segundo o que conhecemos por Ética e outros não.
Técnica: conjunto de processos e recursos práticos de que se serve uma ciência, uma arte, uma especialidade.
Tecnicidade: qualidade ou caráter do que é técnico.
Tecnicismo: abuso da tecnicidade.
Técnico: perito em uma arte, uma ciência ou em uma especialidade.
Tecnologia: estudo e aplicação das técnicas a um determinado ramo de atividades.
Telepatia: processo de comunicação mental envolvendo contato direto com outras pessoas; a maioria dos Seres Extraterrestres se utiliza deste processo para se comunicar, entre si e com algumas pessoas da Terra; “transmissão de pensamento”; transmissão feita a longa distância ou não, sem intermédio dos órgãos sensoriais, de um agente para um percipiente, de palavras, idéias, mensagens, imagens mentais como desenho de objetos e de pessoas etc.
Testemunha: pessoa que relata que viu, ou ouviu, algum fato; que é chamada a depor sobre o que viu ou ouviu; pessoa que presenciou um fato qualquer.
Testemunha Ufológica: é aquela pessoa que presenciou um caso ou fato ufológico, tais como avistamento de OVNI, contato direto com nave e/ou com Ser Extraterrestre; testemunha que viu uma nave e/ou um Ser Extraterrestre deixando marcas (vestígios) no local; aquela pessoa que ao ser levada para sessões de hipnose regressiva, relata, em minúcias, o que aconteceu a ela quando foi levada para o interior de uma nave (abduzida) e submetida a uma série de experiências realizadas pelos tripulantes extraterrestres.
Transcomunicação Instrumental: é a comunicação transmitida por seres de outras dimensões, não visíveis (desencarnados, Seres Extraterrestres ou outra forma de energia), através de aparelhos e equipamentos tais como gravador de fita magnética, telefone, rádio, televisão, computador, máquina fotográfica etc.
UFO: sigla de “Unidentified Flying Object” e que significa “Objeto Voador Não Identificado” ou OVNI.
“Ufólatra”: pessoa que coloca as naves e os Seres Extraterrestres abaixo somente de Deus; “adorador de Disco Voador”; fanático que acredita serem as naves e os Seres Extraterrestres enviados de Deus.
Ufologia: entende-se por Ufologia, o estudo, a pesquisa e a análise do aparecimento de objetos, máquinas ou luzes, no céu, na terra e nas águas, seus movimentos, reações, formas e efeitos produzidos, de origem não terráquea ou sem um fator ou processo físico, químico ou psicológico conhecidos, bem como é o estudo e a análise do comportamento e das formas de atuação sobre os Seres deste planeta, por parte dos Seres ou Inteligências que dirigem ou mantém sob controle, aqueles objetos, máquinas ou luzes; estudo, pesquisa, análise e divulgação dos “Discos Voadores” e dos Seres Extraterrestres.
Ufologia Holística: é a globalização dos estudos, das pesquisas, das análises e da divulgação da Ufologia, realizados sob os aspectos científico, paracientífico, exotérico, místico, espiritualista e filosófico, e de modo que cada “parte” seja unificada a outras “partes” do fenômeno, formando, assim, uma “parte maior” que será unificada a outras “partes maiores” para constituir uma “parte maior ainda”, agora mais complexa e, assim, sucessivamente, até à integração em um “todo” que dará a visão total do fenômeno ufológico e sua compreensão de forma mais ampla, e a visão de que tudo e todos, no universo, se correlacionam, se interagem e se influenciam reciprocamente.
Ufólogo: é a pessoa que estuda a Ufologia; é a pessoa que estuda, pesquisa, analisa e divulga a respeito das naves extraterrestres e de seus tripulantes incluindo os movimentos, efeitos produzidos, reações, comportamento, tecnologia, formas de comunicação, aparições desde a pré-história até aos nossos dias, e, com isso, levanta hipóteses e teorias quanto ao fenômeno ufológico. Vide Ufologia, Ufólogo (Científico), Ufólogo (Paraolístico) e Ufólogo (Holístico).
Ufólogo (Científico): é o Ufólogo que estuda, pesquisa, analisa e divulga os casos e fatos ufológicos, seguindo exclusivamente a ciência racional e experimental; procura, através de seus métodos, desmistificar, se for o caso, informações ou declarações de cunho ufológico que venham de encontro às informações obtidas através da Técnica e da Ciência aplicadas dentro da Ufologia; procura, dentro da Técnica e da Ciência, fornecer subsídios para demonstrações racionais, junto àqueles que apresentam estudos, pesquisas e análises ufológicos sob outros aspectos (paraolístico, por exemplo); mantém contatos com instituições de cunho científico, a fim de realizar e complementar suas pesquisas e análises do caso ufológico ou afins. O Ufólogo (Científico) manuseia uma série de instrumentos, máquinas e aparelhos utilizados nas pesquisas ufológicas e correlatas. Orienta o Auxiliar de Ufólogo, bem como as testemunhas ufológicas quanto aos cuidados que devam tomar nos estudos, declarações, contatos ufológicos e similares.
Ufólogo (Holístico): é o Ufólogo que, além de seguir a linha científica, usa de suas faculdades intuitivas e/ou de seus psicopoderes como complemento para o estudo, a pesquisa e a análise dos casos ufológicos e “paraufológicos”; analisa tais casos sob todos os pontos de vista – do científico ao paraolístico; usa seus conhecimentos esotéricos, também para desmistificar informações que sejam falsas, ou de cunho anímico, ou mal interpretadas ou, ainda, comunicações do plano espiritual da Terra e não de um Ser Extraterrestre; compara informações ou mensagens de Seres Extraterrestres com mensagens de seres desencarnados da Terra, a fim de traçar parâmetros para uma análise lógica.; procura conhecer todos os aspectos (forma holística) que envolvem o caso ou o fenômeno ufológicos, a fim de traçar um diagnóstico do por que de tal acontecimento com o binômio contato-contatado. O Ufólogo (Holístico) manuseia uma série de instrumentos, máquinas e aparelhos utilizados nas pesquisas ufológicas e correlatas. Orienta o Auxiliar de Ufólogo, bem como as testemunhas ufológicas quanto aos cuidados que devam tomar nos estudos, declarações, contatos ufológicos e similares.
Ufólogo (Paraolístico): é o Ufólogo que estuda, pesquisa, analisa e divulga a Ufologia sob um ou mais dos seguintes aspectos: espiritualista, místico, exotérico, filosófico e afins; recebe e/ou estuda mensagens telepáticas, psicografadas e afins, de Seres Extraterrestres; “vê” e estuda os Seres e naves Extraterrestres em outras dimensões: “sai” em projeção fora do corpo físico (viagem astral) podendo até acontecer de ser levado para o interior da nave para algum tipo de contato; utiliza também a intuição como meio de pesquisa.
Ufólogo “Independente”: é o Ufólogo que estuda, analisa, pesquisa e divulga casos ufológicos, sem estar filiado ou mesmo sem estar cadastrado em uma instituição ufológica.
Ufonauta: termo genérico para se referir e identificar todo e qualquer ser inteligente que dirige, ou que mantém sob controle, um UFO; literalmente, a palavra significa alguém que viaja num UFO. Na Internet, serve para designar interessados por Ufologia, como um derivado de Internauta.
Vestígio Ufológico: sinal, marca, rastro, pegada, pista, indício e outros, deixados pelas naves ou pelos Seres Extraterrestres, no solo, nas vegetações, nos animais, nas pessoas etc.
Viagem Astral: vide Projeção Astral
Viagem Fora do Corpo: vide Projeção Astral
Vidência: é a faculdade que algumas pessoas têm de “ver” objetos, coisas, seres desencarnados, elementais, naves e Seres Extraterrestres em outra dimensão não percebida pelos olhos do corpo físico, a qualquer distância e tempo (passado, presente, futuro). Vide Vidente.
Vidente: é a pessoa que tem vidência. Na Ufologia, são de difícil comprovação as informações dadas pelos videntes. Vide Vidência.
Vigília: estado de alerta que ficam os Ufólogos ou outras pessoas, observando por tempo prolongado, o céu, a terra ou as águas, no aguardo de uma manifestação de cunho ufológico; acampamento para observações ufológicas durante dia e noite. A vigília exige o manuseio de uma série de instrumentos e o uso de equipamentos para fotografar, filmar, coletar amostras, medir radiações etc., além de binóculo e equipamentos próprios para acampar, quando o caso. Vide Pesquisa no Campo.
Visão Holística: é a postura de quem incorporou a concepção do que é o holismo, atualmente conhecida como holística. Vide Holismo, Holística e Holístico.

PEQUENA BIBLIOGRAFIA

1. Dicionário do Inexplicado – Edições Planeta – nOS 131B, 132A e 133A, Editora Três, SP.

2. Dicionário de Parapsicologia, Metapsíquica e Espiritismo, de João Teixeira de Paula, Banco Cultural Brasileiro Editora Ltda, SP

3. “Estudos” de Cleusa e Arismaris Dias, SP

4. Glossário Teosófico, Helena P. Blavatsky – Editora Glound Ltda., SP

5. Grande Enciclopédia Delta Larousse, Editora Delta S.A., RJ

6. Guia dos UFOs, de Norman J. Briazack e Simon Mennick – DIFEL Difusão Editorial S.A., SP e RJ

7. Iniciação à Visão Holística, de Clotilde Tavares – Editora Record, RJ

8. Introdução à Visão Holística, de Roberto Crema – Summus Editorial, SP

9. Novo Dicionário da Língua Portuguesa, de Aurélio Buarque de Holanda Ferreira – Editora Nova Fronteira, RJ

10. Novo Paradígma Holístico – Ciência, Filosofia, Arte e Mística, de Dênis M. S. Brandão e Roberto Crema – Summus Editorial, SP

11. Radiestesia I e II – Teoria e Prática – Planeta Especial – nos 145C e 146C, Editora Três, SP

AGRADECIMENTOS

àqueles que encaminharam suas sugestões para o “Código de Ética do Ufólogo”

Prof. Ademar Eugênio de Mello ( SP )

Associação Mineira de Pesquisas Ufológicas – AMPEU ( MG )

Ufólogo Carlos Vieira Gonçalves ( RS )

Profa. Cleusa Bassani Dias ( SP )

Centro de Cultura Alternativa Renascendo – Coordenadora Profa. Helenice Rodrigues ( SP )

Centro de Estudos de Discos Voadores – CEDV – Coordenador Lúcio Mário Guimarães ( MG )

Centro de Investigações Sobre a Natureza dos Extra-Terrestres – CISNE – Presidenta Fundadora Ufóloga Irene Granchi ( RJ )

Centro de Pesquisas Universalistas de São Paulo – CPU-SP – Presidente Ufol. Luiz Eduardo Mendes Benevides ( SP )

Grupo de Estudos de Navexologia e Arqueologia – GENA – Coordenador Ufol. J. Victor Soares ( RS )

Grupo de Estudos de Objetos Voadores Não Identificados – GEONI Presidente Ufol. Marcos Antonio R. da Silva ( SP )

Grupo Independente de Estudos Ufológicos Ahura Mazda – Presidente Ufol. Paulo N. Bonow ( RJ )

Ufol. Lafayette Cyriaco ( RJ )

Prof. Luiz Márcio Mourão e Martins ( SP )

Dra Lúcia Maria Bayeux da Rocha ( SP )

Sr. Márcio Antunes ( SP )

Sr. Marco Augusto Esposel ( SP )

Com. Rafael Durá ( SP )

Sociedade Interplanetária do Rio de Janeiro – SIRJA – Presidente Ufól. Geraldo P.Oliveira ( RJ )

Profa. Thelma Schmidt Rousselet ( SP )

Dr. Walter K. Bühler ( RJ )

Cleusa, Luiz Eduardo e Márcio, obrigado pela dedicação de vocês

Colaboração atual:
BURN – Brazilian UFO Research Network – Josef David Prado
CPU-SP – Centro de Pesquisas Universalistas de São Paulo – Luiz Eduardo Mendes Benevides
Grupo UFO-Gênesis – Prof. Michel
Revista Vigília – Jeferson Martinho
SOCEX – Sociedade de Estudos Extraterrestres – Eustáquio Andréa Patounas

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